Consultor, Formador, Speaker e Fundador de vários projetos nacionais e internacionais. Google Certified Professional, com diversas certificações internacionais de SEO, Web Development e Marketing Digital, áreas em que é Consultor.

Como Optimizar Imagens Para a Web

Considerando que existem várias formas de o fazer, também é possível chegar à primeira página do Google através de imagens, tal como já demonstrei aqui no blog.

Optimizar imagens para a web é muito importante, não só para melhorar a velocidade de carregamento do seu site, e com isso, proporcionar uma melhor experiência ao utilizador, mas também em termos de SEO.

Uma vez que ainda não tinha abordado a optimização de imagens para a web em detalhe, resolvi publicar este guia prático para o ajudar na optimização das suas imagens com 6 dicas práticas e de fácil entendimento que qualquer pessoa pode implementar.

Para melhor optimizar as suas imagens, é aconselhável a utilização de um software de edição de imagem, como o Photoshop, ou outro equivalente.

1. Tamanho da Imagem

Talvez o mais óbvio, mas ainda assim não cuidado o suficiente por muitos webmasters e bloggers, é o tamanho da imagem.

Existem 2 formas de publicar uma imagem numa página:

  • com o tamanho original e usando o código ou uma opção disponível para reduzir o seu tamanho
  • com um tamanho já optimizado

Se o que precisa é de uma imagem que tenha 600px de largura e 250px de altura, então o próprio ficheiro já deverá ter este tamanho.

Ainda que, não seja de todo aconselhada a primeira opção, ainda é comum ver muitos sites e blogs onde as imagens são publicadas desta forma, e, nos casos em que isso se verifica, o que irá acontecer é que, ao carregar a página onde está colocada a imagem, o browser do utilizador irá carregar a imagem no tamanho original (em vez do tamanho que você indicou) e irá redimensioná-la de acordo com as suas instruções.

No caso do exemplo, se a imagem original tivesse 1200px de largura e 600px de altura, seria este tamanho que o browser iria carregar e depois redimensionar para 600px por 250px.

Ora, ao fazer isto, naturalmente que os browsers demoram mais tempo a carregar uma imagem maior (1200×600) do que uma mais pequena (600×250).

Isso irá fazer não só com que o site fique mais lento, como a experiência do utilizador não será tão agradável, já que a imagem demorará mais tempo a carregar, para depois ser exibida num tamanho mais pequeno (600×250).

Considerando estas desvantagens, fica a pergunta: para quê utilizar uma imagem de 1200×600 quando só precisa de uma imagem com 600×250?

Utilizando um editor de imagem, neste caso pode ser o Photoshop ou outro, pode verificar estas informações com facilidade.

No Photoshop, veja e altere esta configuração em no menu Image > Image Size:

2. Resolução (DPI’s)

Além do tamanho vísível da imagem, um aspeto que controla o peso do ficheiro é a sua resolução.

O que define a resolução são os DPI’s ou Dots Per Inche.

O que é são DPI’s?

Como poderá ou não saber, uma imagem é constituída por pequenos pontos, e quantos mais pontos houver por polegada (maior resolução), com melhor qualidade ficará a imagem e mais pesado ficará o ficheiro, e vice-versa.

Para ter uma ideia, a resolução mais comum que é utilizada para fazer trabalhos de impressão em gráficas, é de 300 DPI’s, enquanto que a resolução mais comum para a web, é de 72 DPI’s.

Isto porque na impressão, é necessário uma imagem com maior qualidade, ao contrário da web, em que os tradicionais 72 DPI’s chegam perfeitamente.

No Photoshop, veja e altere esta informação em no menu Image > Image Size:

 

3. O Melhor Formato Para Exportação da Imagem

O formato do ficheiro de imagem, também interfere no seu peso.

Cada formato tem as suas características nativas, seja o GIF, o JPG ou o PNG.

Não sendo este artigo uma aula de design, não vou detalhar o que é cada um, mas para ter uma breve ideia, o GIF será mais indicado para imagens com poucas cores e suporta transparência (embora com alguams limitações), o JPG é o formato mais comum para fotos, já que consegue uma qualidade e compressão de imagem notável, e o PNG, mais indicado para documentos que necessitem transparência, já que não tem as limitações do GIF.

Haveria muito mais que se poderia dizer sobre os formatos, mas não é o momento nem o contexto, e o que eu disse, para quem não percebe muito, chega perfeitamente.

Primeiro, no Photoshop, pode logo à partida escolher uma opção que ajuda a optimizar a imagem para a web, seja qual for o formato que irá escolher a seguir.

Essa opção é Save for Web & Devices. Esta é a opção que deverá escolher, em vez da opção mais tradicional “Save As” (ou Salvar Como).

Depois de escolher esta opção, está na altura de escolher o formato do ficheiro (GIF, JPG, ou PNG) consoante o caso.

Poderá sempre ver na janela de pré-visualização da imagem, não só como ela irá ficar, mas também o tamanho do ficheiro.

 

4. Nome do Ficheiro

Agora, por outros motivos, que não a velocidade de carregamento do seu site, mas mais por motivos relacionados com organização de conteúdos e SEO, o nome do ficheiro deverá ser algo a ter sempre em conta.

Embora possa ser comum ver imagens com nomes como foto1.jpg ou imagem2.gif, esta prática, é, de todo, desaconselhável.

Por um lado, dificulta-lhe a organização dos ficheiros no seu disco e no seu site, já que, nem você saberá o que é a foto1 ou a imagem2 sem abrir o ficheiro, o uqe representa uma perda de tempo desenecessária, e que pode ser facilmente evitada dando um nome mais descitivo ao ficheiro como menu-site.gif ou cachoeira.jpg.

Como vê, se tiver estes 2 ficheiros, não precisa de os abrir para ver que imagens são, pois pelo nome, consegue logo identificar.

Por outro lado, em termos de SEO, o mesmo acontecerá ao Google. Ele terá de ver o que é a imagem para a qualificar, o que não será necessário se ela estiver bem identificada logo a começar pelo nome do ficheiro.

5. Título ou Title Tag

O título da imagem ou Title Tag, é um elemento de HTML que é usado para contribuir na identificação do conteúdo das imagens junto dos utilizadores (e motores de busca).

Certamente já reparou, que no IE (e não só), ao passar o rato por cima de uma imagem (que tenha a tag Título preenchida), aparece um texto. Esse texto que aparece é o texto que é inserido como título da imagem.

Em termos de código HTML, deverá algo parecido com isto (assinalado a verde):

tag-titulo-das-imagens

Aqui, tal como no nome do ficheiro, deverá utilizar o título para ser descritivo do conteúdo da imagem. Ex: “cachoeira ao pôr do sol”.

6. Alt Tag

A Alt tag ou texto alternativo, (que pode ver na imagem acima assinalado a amarelo), é o texto que deverá aparecer, se, por algum motivo relacionado com o browser, servidor ou com a ligação, a imagem não for carregada na página corretamente.

Daí o nome de texto alternativo, porque aparece como alternativa à imagem, se por algum motivo, esta não foi exibida.

Também à semelhança do Título, este campo deverá ser utilizado para colcoar uma descrição relevante sobre o conteúdo da imagem, pois serão estes elementos, bem como o texto que estará na página junto à imagem que irão contribuir de forma relevante para a sua optimização.

Um alerta importante

(meio óbvio, mas que nunca é demais dizer)

Nunca utilize estes campos para colocar keywords em excesso ou que não estão relacionadas com o conteúdo. O Google pode não apanhar logo de início, mas vai acabar por apanhar, e tal como em todos os outros aspetos do SEO, eu defendo uma abordagem limpa, em oposição a técnicas mais blackhat ou greyhat que possam colocar em causa os seus rankings, ou até ser banido do Google por isso.

Cada um sabe de si, mas depois não diga que não foi avisado!

Espero que tenha gostado destas dicas e que elas o ajudem a optimizar melhor as suas imagens.

Se tiver amais alguma dica, partilhe-a comigo e com os leitores nos comentários!

Vantagens do SEO – SEO Para Iniciantes (Vídeo 2)

As vantagens do SEO são imensas, mas para realmente compreender o seu potencial e poder utilizar o SEO a seu favor, é preferível perceber o porquê do SEO não ser apenas uma moda, ou uma alternativa à publicidade tradicional.

Saber o que é SEO é apenas o início para começar a compreender o seu verdadeiro potencial, e tudo o que pode fazer por si e pelo seu site. Veja este vídeo, pois mais uma vez tentei que ficasse simples de perceber.

Neste vídeo, fiz por explicar essas vantagens de forma simplificada para todos aqueles que não têm muitas noções de SEO, e também para quem já tem, pois sempre fica com mais algumas ideias.

Este é o segundo vídeo da série SEO Para Iniciantes, e pelo feedback que tive do primeiro vídeo, e que espero continuar a ter, é certamente para continuar!

Espero que tenha gostado do vídeo e fique atento aos próximos vídeos desta série SEO Para Iniciantes.

Se existe alguma coisa que gostasse de saber sobre SEO, não hesite em deixar o seu comentário. Eu leio todos com atenção!

Como Anunciar no Facebook: 6 – Optimizar A Sua Campanha

Tendo já lido e cumprido todos os passos anteriores desta série “Como Anunciar no Facebook Com Sucesso”, estaria agora no ponto de consultar, analisar e optimizar a sua campanha, de forma a conseguir melhores resultados.

Nunca cometa o erro de lançar a sua campanha e não proceder à sua optimização, já que isso seria o suficiente para ter resultados completamente diferentes, e por isso, é que optimizar a campanha é um passo tão importante.

Se ainda não leu os artigos anteriores da série Como Anunciar no Facebook com Sucesso”, pode encontrá-los aqui:

1 – Facebook Marketing: Como Anunciar no Facebook Com Sucesso

2 – Como Anunciar no Facebook: 2 – Métricas de Sucesso

3 – Como Anunciar no Facebook: 3 –  Segmentação

4 – Como Anunciar no Facebook: 4 – Mensagem

5 – Como Anunciar no Facebook: 5 – Tipo de Campanha


Para tal, e independentemente de ter optado por uma campanha de CPC ou CPM, primeiro é necessário compreender alguns conceitos base que o Facebook disponibiliza, para poder interpretar corretamente os resultados da sua campanha e realizar as necessárias optimizações.

Assim, temos:

Alcance da Campanha: nº de pessoas que viram o seu anúncio, ou seja, é a audiência que é abrangida pela sua campanha.

Frequência: é o número médio de vezes que cada pessoa viu o seu anúncio. Importante para analisar a capacidade de conversão em campanhas de venda direta, e aspetos relacionados com a retenção da mensagem/imagem em campanhas de notoriedade.

Alcance Social: número de pessoas que viram o seu anúncio com os nomes dos amigos como tendo gostado da sua história patrocinada ou página, consoante o tipo de anúncio. Este indicador só existe, quando se promove uma história patrocinada ou uma página do Facebook.

Cliques: (este explica-se a si próprio) representa o número de cliques que os seus anúncios receberam.

Ligações: Número de “Gostos” que a sua página recebeu decorrentes da visualização e clique nos seus anúncios. À semelhança do Alcance Social, este índice também só se aplica quando está a promover uma página do Facebook ou uma aplicação ou um evento.

Tendo estas noções bem presentes, já é possível interpretar e perceber os resultados da sua campanha no Facebook, de forma a poder proceder às necessárias otimizações.

Veja este exemplo: (clique na imagem para ver maior noutra janela)

Um facto importante e que é sustentado pelos resultados da campanha utilizada neste exemplo, é que, quanto maior o alcance (audiência), menor o CTR, pois a campanha estará menos direcionada a um target específico.

Embora este aspeto seja mais ou menos conhecido pelas pessoas com mais conhecimentos em áreas de marketing, muito naturalmente haverá muitas pessoas que não têm estas noções.

Decididamente, deve ter sempre em conta nas suas campanhas do Facebook (e não só), que quanto mais direccionada estiver a sua campanha, maior será a possibilidade de obter bons CTR’s e, com isso melhorar os resultados da sua campanha.

Além de que como já disse em artigos anteriores, se direccionar a sua campanha a targets específicos, também poderá (e deverá) direccionar a sua mensagem para cada target, consoante o seu perfil e as suas características.

A primeira linha desta campanha, estava dirigida a um grupo mais específico, e por isso, mais pequeno, e é esta capacidade de criar grupos mais pequenos com comunicações direccionadas, que permite melhorar os resultados substancialmente.

Veja:

CTR: 0,161% e o CPC de 0,16€ vs. 0,049% e 0,26€ da campanha com maior audiência (mais genérica).

Criar grupos mais específicos, também lhe irá dar a possibilidade de excluir pequenos grupos que não estejam interessados na sua mensagem, o que caso contrário, uma vez que esses grupos estariam todos juntos num único, seria muito complicado de identificar e excluir.

Por todos estes motivos, é absolutamente fundamental, que crie vários grupos mais direccionados, pois será este um dos “truques” para que a sua campanha tenha resultados muito melhores.

Otimização da Campanha = + Conversões com – Dinheiro

Além deste, e embora sendo este o principal, existem outros truques que pode usar para melhorar os resultados da sua campanha no Facebook.

Um deles, é a troca da imagem.

A imagem é importante em qualquer anúncio, e aqui não é exceção.

Já houve alguns casos em que apenas a troca da imagem (sem alterar mais nada no anúncio), fez com que o anúncio tivesse resultados, não só bons, mas por vezes até melhores que o anúncio inicial. Isto apenas com a troca de imagem. Incrível ou não, é verdade!

Outra dica importante, é que você tem sempre que dar algum tempo até poder ter resultados conclusivos.

Dependendo do alcance da campanha e da quantidade de variantes de anúncios, poderá ser necessário mais ou menos tempo, até ter matéria suficiente para poder tirar conclusões. Não se precipite a retirar e alterar anúncios com muito pouco tempo, pois isso poderá ser prematuro e comprometer os resultados da sua campanha.

Com este artigo, chegou então ao fim a série de artigos “Como Anunciar no Facebook Com Sucesso”.

Espero que tenham gostado, e deixem a vossa opinião, caso queriam que eu aborde algum tema em especial relacionado com este assunto.

Boas Optimizações!

Software de Email Marketing em Português

Email Marketing em Português, embora não seja novidade para muitos, tem vindo a ganhar mais expressão nos últimos anos, fruto da abertura das mentes para boas práticas e implementação de mais e melhores técnicas de engagement e contato com os seus clientes ou assinantes.

Até há pouco tempo, a grande maior parte dos blogues e sites em português limitavam-se a utilizar o Feedburner para oferecer aos leitores, uma forma cómoda de receberem os artigos quando estes eram publicados. Rapidamente perceberam o ENORME ERRO que estavam a cometer ao limitarem o contato com os leitores a esta forma de comunicação unilateral.

Depois, timidamente, utilizavam alguns softwares gratuitos e de qualidade muito duvidosa, para enviar uns emails a promover vendas ou programas de afiliados. Com isto, auto-intitulavam-se praticantes de Email Marketing…

Email Marketing é MUITO mais que isso, como já tive oportunidade de dizer aqui no Web Marketing, num artigo onde explico, exatamente, o que é email marketing.

Como a maior parte de vocês sabe, eu usei o serviço da Aweber durante muito tempo (cerca de 2 anos) e sempre com um grau de satisfação muito alto, pois sempre funcionou muito bem.

No entanto, hoje uso o E-goi, que é um serviço de Email Marketing em Português (para Portugal, Brasil e PALOP’s).

Os motivos da minha mudança são os seguintes:

  • estabeleci uma parceria com o E-goi, que a meu ver, será muito interessante para ambos.
  • alguma desilução com a falta de aceitação para os meus pedidos de desenvolvimentos na Aweber
  • boa reputação do E-goi no mercado português

Não escrevi este artigo mais cedo, pois também me estava a ambientar com o serviço do E-goi, para poder falar melhor sobre ele aqui no blog.

Hoje, posso dizer que, embora o E-goi seja algo diferente do serviço que eu usava (o que é natural), permite a qualquer pessoa mesmo que menos entendida nestas matérias, iniciar a criação das suas listas de email/contatos, tal é a facilidade que nos é colocada nos interfaces de utilizador quando estamos a usar o serviço.

Já me conhecem e sabem que eu não digo bem ou promovo nada que não use ou tenha usado, e por isso, possa falar com conhecimento de causa. Nas raras exceções que isso possa acontecer, faço questão de deixar clara, qual é a situação e o que me leva a falar desse assunto ou serviço.

Tendo clarificado este ponto para os mais distraídos, quero partilhar convosco alguns apontamentos que acho que são importantes:

  • o serviço do E-goi permite muito mais que, captar endereços e enviar emails (mais sobre este ponto brevemente)
  • gosto da forma como me tratam. Sem excesso de formalismos e com consideração pelo que eu digo.
  • sinto que sou ouvido. Através da página de facebook do E-goi, tenho dado algumas ideias e sugestões e a aceitação tem sido grande. Até agora, não me negaram nada, e os pedidos de desenvolvimento que fiz, foram aceites e estão a ser “cozinhados”
  • Não há serviços perfeitos, e o E-goi também não é, mas peloq ue tenho testemunhado, investe muito em constantes melhoramentos, o que acho muito importante para os utilizadores.
  • Os valores do seus serviços são muito aceitáveis quando comparado com outros serviços idênticos.
  • O suporte é de fácil acesso, seja por email ou telefone e rápido a responder

Para aqueles que ainda estão a começar, o E-goi é excelente pois disponibiliza um plano gratuito que lhe permite começar a criar as suas listas de contatos, sem qualquer investimento.

Este plano gratuito, suporta até 500 assinantes e um número ilimitado de envios.

Tem também planos pré-pagos que funcionam com créditos, em que só paga pelos envios que faz, o que é excelente para quem só quer enviar um email ou campanha esporadicamente.

Não será a opção que eu aconselho, pois para atingir os objetivos que se pretende com a implementação de Email Marketing, será necessário comunicar com alguma frequência, mas, tem essa opção disponível, caso queira.

O blog do E-goi também é uma excelente forma de se manter atualizado com muita informação pertinente que aí é publicada frequentemente.

Por todos estes motivos, eu recomendo que teste o E-goi, pois pode ser uma mais valir para o seu site, blog e/ou para o seu negócio, já lhe permitirá, de forma fácil implementar o canal de comunicação de Email Marketing, com inúmeras vantagens.

Também isso poderá fazer sem qualquer compromisso, já que também aí também está seguro, pois, se optar por um plano pago, o E-goi tem uma garantida de 30 dias, que caso não esteja satisfeito, devolvem o seu dinheiro.

Já conhecia o E-goi?

O que acha de fazer um “test-drive” gratuito?

PS: Se quiser fazer um test-drive num plano pago, arranjei forma de lhe conseguir um desconto de 30€. Basta seguir o link do desta imagem e increver-se:

Criar Uma Pagina no Facebook em 6 Minutos (Vídeo)

Criar uma página de fãs para o Facebook não tem de ser um desafio ao alcance apenas de alguns. Existem ferramentas que facilitam o trabalho, e que permitem a qualquer pessoa criar uma página de fãs para o Facebook sem grande esforço e sem mexer em código.

Neste curto vídeo (apenas 6 minutos), mostro como é possível criar uma página de fãs para o Facebook em poucos minutos e sem mexer em uma única linha de código.

 

Link para a aplicação de criação de páginas: http://goo.gl/oviLJ

É claro que, utilizando estas ferramentas, existem alguns condicionamentos na apresentação, já que, será necessário ter alguns links para a aplicação.

Existe também uma opção premium, que permite uma utilização mais personalizada.

Seja como for, é uma excelente opção para quem quer fazer uma página simples com boa apresentação e não se importa de ter um ou outro link na página.

Espero que goste do vídeo e deixe o seu comentário!

8 Aplicações Para Criar e Melhorar o Seu Curriculum Vitae

Criar um Curriculum Vitae com aspeto profissional ou num formato que transmita os valores e ideias que você quer passar, deve ser uma preocupação de qualquer pessoa.

O curriculum é o nosso cartão de visita que entregamos com mais ou menos frequência, a pessoas que não nos conhecem. Também por isso, é importante ter um curriculum que passe a imagem que você quer que seja, efetivamente, transmitida.

Para o ajudar nesta tarefa, deixo-lhe aqui 8 aplicações, todas ou quase todas gratuitas, que pode utilizar para criar ou melhorar o seu Curriculum Vitae, já hoje!

1. Comoto

Esta ferramenta gratuita, permite-lhe criar o seu curriculum de forma fácil. Além disso, o próprio site dispõe de muitas dicas e informação útil para quem quer criar o seu curriculum ou melhorá-lo.

Link: Comoto

2. Resumesimo

Aplicação que permite a criação do seu curriculum em apenas 10 minutos (segundo diz o site). Parece ser interessante e dispõe de templates para poder desenvolver o seu CV.

Link: Resumesimo

3. Online CV Generator

Esta ferramenta é muito intuitiva e fácil de usar, pelo que é mais indicada para quem não tem muitas noções de utilização da internet (se é que ainda há alguém :)), bem como a utilizadores que não pretendam investir muito tempo na criação do seu curriculum.

Link: Online CV Generator

4. How to Write a Resume

Basicamente, e como o próprio nome diz, é uma aplicação que faz isso mesmo, o ajuda a criar o seu curriculum.

Também dispõe de templates e de várias dicas para o ajudar a criar o CV.

Link: How to Write a Resume

5. Resumizer

Outra aplicação gratuita que lhe permite criar, fazer o download e imprimir o seu CV em poucos passos.

Também dispõe de informação útil e de templates de CV’s.

Link: Resumizer

6. Emurse

Muito semelhante à aplicação anterior, também é uma ferramenta gratuita e disponibiliza várias dicas sobre a criação de CV’s.

Disponibiliza também outros templates para documentos de natureza profissional.

Link: Emurse

7. Resume Builder

O Resume Builder é uma aplicação que faz exatamente o mesmo das anteriores, em termos de criação de CV’s e disponibiliza também muitos artigos com dicas práticas sobre este tema, o que é sempre uma ajuda para quem vai criar o seu CV.

Link: Resume Builder

8. CVGram

Esta aplicação é um pouco diferente das anteriores, assim como o seu propósito.

O CVGram, permite-lhe criar um info-gráfico com base no seu curriculum vitae já existente. Também por isso, deixei para o fim.

Pode ser muito interessante em algum momento, ter a possibilidade de mostrar um info-gráfico com a informação do seu cv, daí que poderá valer a pena olhar para o CVGram e testar.

Link: CVGram

Como sabe, o CV é um peça muito importante da nossa imagem como profissionais, e por isso, espero que este artigo o ajude a criar um melhor curriculum e que isso lhe traga uma maior vantagem nas próximas oportunidades profissionais.

Se conhecer alguma boa aplicação para criar CV’s, partilhe-a connosco!

Como Ser Mais Produtivo: 5 Dicas Práticas

Ser mais produtivo é, cada vez mais, uma necessidade, dada a velocidade a que tudo acontece, e à crescente escassez de tempo disponível para fazer tudo. É por isso que a capacidade de ser mais produtivo faz toda a diferença!

O ritmo de vida é cada vez mais frenético, e o tempo cada vez mais um bem escasso e valioso, por isso, é cada vez mais importante sermos capazes de produzir mais em menos tempo, ou pelo menos, produzir mais no mesmo tempo que temos agora.

Por estes motivos, deixo aqui 5 dicas rápidas e práticas para que possa usar em seu benefício e aumentar a sua produtividade.

1. Regra do 80/20

Conhecida como o Princípio de Pareto, a regra dos 80/20, defende que, 80% das consequências advêm de 20% das causas. Isto é, aplicando a uma situação real, 80% do seu retorno, advêm de 20% das suas tarefas.

Sendo discutível, se é mesmo assim ou se em determinado caso é 60/40, ou 70/30, na minha opinião, o mais importante de tudo, é reter a ideia de que apenas algumas das tarefas que desempenhamos são responsáveis pela maior parte do nosso retorno.

Tendo esta ideia bem presente, temos a possibilidade de selecionar quais as tarefas que são na realidade mais produtivas, e apostar, dedicar e investir mais tempo nelas, como forma de aumentarmos o nosso restorno.

Parece simples e lógico, e até é, mas o problema é conseguir focar-se nessas tarefas, mas para isso há outras dicas.

2. Redes Sociais, Email, Messengers e Afins

Nos dias que correm, a internet tornou-se na maior distração que existe, tal é a variadade de coisas que se podem fazer, entre elas, especial destaque para as redes sociais, softwares de conversação como o messenger ou o skype, entre outras.

Já experimentou contabilizar o tempo que passa em cada uma destas áreas, seja nas redes sociais, seja na “conversa”? Ou a ver o seu email de 5 em 5 minutos?

Dê uma especial atenção a este assunto e verá que em muitos casos, ficará surpreendido com os resultados, já que são algumas das formas de passar o tempo sem retirar retorno.

Haverá aqui também que equacionar o equilíbrio de utilização destas ferramentas, mas em grande maioria são utililizadas muito além do contexto profissional, e aqui não há qualquer retorno.

Deslique!

Sim, desligue as redes e os messengers, por períodos de tempo pré-definidos, para que lhe seja possível focar a sua atenção e energia na tarefa que se propõe a concretizar.

Verá que, desta forma, conseguirá aproveitar muito mais o seu tempo e ser mais produtivo.

3. Exigente mas Realista

Definir objetivos de natureza variada, é fundamental para conseguir focar a sua energia e tempo no que é mais importante e, com isso, ser mais produtivo.

Ao definir estes objetivos, é fundamental que tenha em atenção, que estes objetivos devem corresponder a 2 critérios; serem exigentes, mas realistas.

Isto porque, em primeiro lugar, você deve ser o primeiro a exigir de si mesmo, que seja produtivo, ou mais produtivo, e por outro lado, porque se não forem objetivos realistas, poderá ter consequências negativas em si e na sua forma de trabalhar, já que, não só ficará desiludido e frustrado por não conseguir atingir os seus objetivos de forma recorrente, como também criará (inconscientemente) o hábito de não atingir os objetivos a que se propõe.

Por estes motivos, é importante que defina os seus objetivos de forma equilibrada, considerando estes 2 fatores e atribuindo-lhes pesos iguais.

4. A alta produtividade tem horas

Pode parecer estranho, mas efetivamente, não é.

Nós somos mais produtivos a certas horas do dia que a outras. Não tenha dúvidas!

Seja devido a hábitos próprios, à existencia de mais ou menos distrações, à nossa própria predisposição para trabalhar, cada um de nós tem as suas horas de alta produtividade, e as horas normais ou de menor rendimento.

Eu próprio, tenho certas horas do dia, que parece que passam e não consigo criar nem metade do que consigo a outras horas. Tenho as minhas horas de alta produtividade perfeitamente identificadas e verifico isso de forma recorrente.

Há pessoas que são mais produtivas logo de manhã, outras à noite ou noutros períodos do dia.

Inclusivamente, já sei que se tiver determinado tipo de tarefas para fazer, vou planear executá-las nas minhas horas de maior rendimento, pois a garantia de conseguir conretizá-las no tempo necessário, é bem superior.

Já conhece as suas horas de maior rendimento?

5. Intervalos com alguma frequência

Pela minha experiência, que vale o que vale, n\ao é por ficar encarcerado e amarrado a uma secretária por muitas horas eguidas que consigo produzir mais. Até pelo contrário. Muitas das vezes, fazer breves pausas entre períodos de 90 minutos ou à volta disso, é muito estimulante para, por um lado descansar a cabeça, e por outro, refrescar as ideias.

Muitas vezes, é neste períodos que surgem ideias novas sobre como abordar certos assuntos, ou como resulver alguns problemas, etc.

Estas pausas são muito produtivas em 2 aspetos:

1 – dão-lhe a possibilidade de descansar, e

2 – a frescura suficiente e muitas vezes necessária para ultrapassar obstáculos.

Além destes motivos, e segundo pessoas devidamente habilitadas no ramo da saúde (que não é o meu caso), para as pessoas que trabalham com computadores, outro dos benfícios de fazer estas pausas, está relacionada com o fato de poder descansar a sua vista.

Embora este último ponto não seja propriamente relacionado com a produtividade, achei importante referir em tom de complemento dos restantes.

Espero que estas técnicas o ajudem a ser mais produtivo e a combater as principais distrações e obstáculos ao aumento da produtividade.

Conhece alguma outra técnica que tenha bons resultados?

Partilhe-a comigo e com os outros leitores!

Como Anunciar no Facebook: 5 – Tipo de Campanha

Continuando a série “Como Anunciar no Facebook Com Sucesso”, e tendo já definidos os objetivos da sua campanha no Facebook, agora, é fundamental definir o tipo de campanha.

O Facebook permite-lhe escolher entre 2 tipos de campanha: Facebook Ads, os tradicionais anúncios do Facebook, ou, Sponsored Stories, ou Histórias Patrocinadas.

Se ainda não leu os artigos anteriores da série Como Anunciar no Facebook com Sucesso, pode encontrá-los aqui:

1 – Facebook Marketing: Como Anunciar no Facebook Com Sucesso

2 – Como Anunciar no Facebook: 2 – Métricas de Sucesso

3 – Como Anunciar no Facebook: 3 –  Segmentação

4 – Como Anunciar no Facebook: 4 – Mensagem

Certamente, estará mais familiarizado com os Facebooks Ads, que são os anúncios tradicionais do Facebook e os que mais têm sido utilizados até recentemente.

Os anúncios do Facebook têm sofrido um aumento considerável de “preço” (CPC e CPM), pois, tal como em qualquer outra plataforma de publicidade, quanto mais anunciantes houver, maior será o volume de licitações por clique ou por mil impressões, o que, irá encarecer o valor das suas licitações e, consequentemente, da sua campanha.

Isto não invalida, de todo, o fato do Facebook continuar a ser uma excelente aposta para divulgar o seu site, marca ou produto, pois a audiência que se consegue captar é considerável e o valor, quando comparado com outras opções, continua a ser mais baixo.

No entanto, o Facebook, de há uns tempos a esta parte, disponibilizou o que são conhecidas como Histórias Patrocinadas ou Sponsored Stories.

Teoricamente as Histórias Patrocinadas, poderá representar um investimento superior aos Facebooks Ads, mas tudo depende do tipo de campanha que pretende executar.

Uma das grandes vantagens que fazem das Histórias Patrocinadas uma excelente opção, é o fato de representarem maior envolvimento dos utilizadores, e serem eles ou o seu envolvimento com a página ou com a marca, “o ponto” de partilha que poderá chamar mais a atenção dos seus amigos, e eventualmente, fazer com que a campanha tenha resultados diferentes.

Para saber com maior detalhe como funcionam as Histórias Patrocinadas, pode consultar a página que já falei aqui no blog sobre no artigo Facebook for Business, onde explicam como funcionam as várias opções.

Aí encontrará logo na página inicial um link para cada uma das opções: Anúncios Facebook ou Histórias Patrocinadas.

O Facebook disponibiliza ainda um pdf gratuito com informação útil sobre como funcionam as histórias patrocinadas, que poderá obter aqui.

Do feedback que tenho tido de clientes, as histórias patrocinadas têm estado a funcionar muito bem, pelo que, poderá ser uma excelente opção a testar na sua campanha.

Seja qual for a opção que adotar para a sua campanha, o importante, além do que já foi dito nos artigos anteriores, é testar, medir e otimizar.

Este será o tema do próximo e último artigo da série “Como Anunciar no Facebook Com Sucesso”: como consultar, analisar e otimizar  os resultados da sua campanha do Facebook.

Espero que esteja a gostar desta série de artigos. Para mim está a ser muito interessante recolher, compilar e escrever toda esta informação para si!

Se tiver alguma, questão, ou se gostava de ver abordado algum tópico em particular, já sabe, deixe o seu comentário!

Como Proteger o Seu Conteúdo Contra o Plágio

O Plágio é uma praga que aflige todos aqueles que criam e publicam conteúdo para a internet.

Infelizmente para nós, muitas pessoas não têm noção do trabalho que dá para criar conteúdo original e de qualidade, e, ou por falta de respeito ou por desleixo ou distração, retiram conteúdos de outros sites ou blogues para publicar no seu, sem sequer deixarem um link de crédito para o artigo original.

Eu quero acreditar que a maior parte das pessoas que o fazem, fazem sem intenção, mas como diz o velho ditato: “De boas intenções está o inferno cheio”.

Seja como for, cada vez mais é fundamental ter controlo sobre os conteúdos que criamos, por vários motivos:

  • indexação e rankings nos motores de busca
  • penalizações por conteúdo duplicado
  • proteção da nossa imagem enquanto blogger ou especialista numa certa temática
  • falta de reconhecimento e do devido crédito pelo nosso trabalho

Quanto mais não seja por este último, acho fundamental a colocação de um link para a fonte.

Sejamos honestos, um homem não é uma ilha, e todos nós temos as nossa fontes de inspiração. Isso não se questiona.

Até porque, é uma mais valia para o leitor de qualquer blogue ou site, aceder a conteúdo rico, relevante e de qualidade. Mas replicar na íntegra conteúdos publicados em outros blogues, sem tão pouco colocar um link para o artigo original, não é uma atitude éticamente correta. DUH!?!

Parece-me óbvio dizer isto, mas pelo que tenho visto, isto não é claro para muita gente.

Eu próprio, tenho encontrado com alguma frequência, réplicas integrais de artigos que eu escrevi em outros blogues, sem que tenham colocado um link para o meu artigo dando o merecido crédito.

Assim, torna-se cada vez mais importante tomar medidas para evitar estas situações, bem como para as resolver quando elas ocorrem.

Para tal, existem algumas ferramentas que o podem ajudar, algumas das quais eu utilizo aqui no Web Marketing para combater o plágio dos meus conteúdos.

Copyscape

O Copyscape é uma ferramenta de combate ao plágio que tem uma versão gratuita e uma paga, e que lhe permite fazer um scan da web para analisar se encontra conteúdos iguais aos do url que insere no início da análise.

A versão gratuita tem algumas limitações, como é óbvio.

O Copyscape disponibiliza ainda 2 serviços pagos, o Copyscape Premium e o CopySentry, em que o primeiro é, basicamente, uma extensão da versão gratuita, com a possibilidade de análise de até 10.000 páginas (é preciso ter um site muito grande para lá chegar) entre várias outras opções disponíveis apenas na versão paga, como é o caso da cinsulta por batch. Já o segundo é um sentinela permanente que pesquisa a internet diariamente ou semanalmente para ver se encontra cópias dos seus conteúdos e lhe manda um email quando isso acontece.

O Copyscape, seja na versão gratuita, como na versão paga, disponibiliza selos de proteção de conteúdo que pode (e deve) colocar no seu site para dissuadir os plagiadores.

DMCA

O DMCA disponibiliza algumas ferramentas interessantes de combate ao plágio, que vale a pena ver, até porque permite 2 scans gratuitos e dá mais resultados que o Copyscape (na versão gratuita).

Naturalmente também tem serviços pagos, mas para ter uma ideia de como funciona, clique em Protection Pro no menu principal e tem a possibilidade de inserir o url do seu site e fazer 2 scans gratuitos.

Além disso disponibiliza também um serviço muito interessante de image watermark, que coloca uma marca nas suas imagens, de forma a que se estas forem copiadas, serão com a sua marca lá colocada, o que por si, também ajuda a dissuadir os rapinadores de conteúdo, além de que, cada vez que alguém usa uma imagem que esteja alojada no seu servidor, vai usar os seus recursos e não os dele.

Confesso que ainda não testei o WaterMarker, mas estou a pensar seriamente no assunto.

Conclusão

Temos que cada vez mais proteger o mérito e o reconhecimento do nosso trabalho, já que aparentemente, há muita gente que não o sabe fazer, e por isso aconselho vivamente que subscreva uma ou várias soluções de proteção do seu conteúdo.

Também me dirão:

mas colocar um selo no site não impede a cópia!

Não, é óbvio que não. O que faz é dissuadir os plagiadores de o fazer, pois vêem que esse site tem um serviço de monitorização e controle de plágio, e que por isso podem ser facilmente “apanhados”.

Num próximo artigo irei falar sobre o que fazer quando o seu conteúdo é alvo de plágio.

Visite estes recursos e veja se os seus conteúdos já foram rapinados por alguém! Eles andam aí….

Já usa algum destes serviços?

Conhece algum serviço que recomende?

Como Anunciar no Facebook: 4 – Mensagem

Como em qualquer campanha, a mensagem é dos pontos mais importantes da campanha.

No caso do Facebook, ao contrário, por exemplo, do Google Adwords, os anúncios permitem a inclusão de uma imagem juntamente com no anúncio, o que lhe permite recorrer ao poder dos elementos visuais para tornar a sua campanha mais apelativa e maximizar o CTR, mas saber anunciar no Facebook é muito mais que isso.

Um aspeto muito importante antes de começar a elaborar os seus anúncios no Facebook, é que, devem ter sempre em mente que o Facebook Marketing, é um marketing relacional, isto é, assenta no fato de criar e desenvolver relações em oposição a vendas diretas.

Tendo isto em mente, será certamente, mais fácil para si, enquadrar a sua comunicação no contexto e ambiente do Facebook.

De forma simples, e para os utilizadores do Facebook, os anúncios do Facebook são compostos por 3 elementos:

  • Título do Anúncio
  • Texto do Anúncio
  • Imagem do Anúncio

Obviamente, a combinação destes elementos têm de fazer sentido para quem vai ver os anúncios, caso contrário a campanha poderá não resultar.

A criatividade tem aqui um papel fundamental, já que, poderá condicionar bastante o resultado da sua campanha. No entanto, e tal como em tantas outras plataformas, os seus anúncios (e a sua campanha) devem obedecer a algumas regras, caso contrário, o Facebook pode acabar com a sua campanha antes sequer dela começar.

De todas as regras, destaco algumas, que me parecem ser as mais importantes (mas ainda assim aconselho vivamente a leitura das Normas de Publicidade do Facebook, que pode encontrar aqui em português):

1. Mensagem Verdadeira e Relevante

A mensagem deverá ser verdadeira e estar relacionada com os restantes componentes da campanha (mensagem, landing page, acção,)

Não seria uma ideia muito feliz, anunciar algo grátis, por exemplo, e depois pedir um pagamento pelo que foi anunciado como grátis.

Se o Facebook considerar que o copy do anúncio não corresponde à restante campanha, irá recusar o seu anúncio e poderá bani-lo permanentemente de anunciar no Facebook. Um risco que, quanto a mim, não vale a pena correr.

2. Uso de Maiúsculas

Como em qualquer outro lado na internet, não se deve fazer uso excessivo de maiúsculas, pois a ideia que se transmite é que se está aos gritos. E ninguém gosta de levar com os gritos dos outros. Eu pelo menos, detesto, e acredito que a maior parte das pessoas sinta o mesmo em relação a esta forma de comunicar.

O Facebook também acha, e se vir que voê utiliza maiúsculas de forma excessiva no texto do seu anúncio, poderá facilmente não aprovar o seu anúncio.

3. Calão e Erros

Este parece-me mais ou menos óbvio, mas convém referir que o Facebook não gosta muito de erros, nem do uso de linguagem que possa ser identificada como sendo calão.

Não sei se este aspeto estará assegurado em todas as línguas incluindo o português, mas mais vale prevenir.

Em todo o caso, há algumas restrições que, são praticamente obrigatórias de ler no documento que referi atrás, nomeadamente no ponto 5, que diz respeito ao conteúdo proibido nas campanhas, antes que tenha uma surpresa mais tarde, e então seja tarde demais.

Essencialmente, e como em qualquer outro tipo de campanha, interessa criar uma campanha que seja bem direcionada ao target em questão, apelativa, que utilize uma linguagem facilmente percetível e com a qual o seu target se identifique, em conjunto com uma imagem igualmente apelativa e com um call to action claro e bem visível para o utilizador, de preferência suportado por um bom incentivo.

Você tem de ser muito claro quando for dizer às pessoas o que quer que elas façam, depois de verem o seu anúncio. (obviamente o clique está sub-entendido, mas e depois?)

Faça a si próprio as seguintes perguntas:

  • Qual é o incentivo ao clique?
  • Será para ver/fazer o quê? Algo realmente interessante?
  • O que vai fazer com que as pessoas no anúncio?
  • O que vai motivá-las a fazê-lo?
  • E depois de clicarem, o que é que você quer que elas façam?

Sim, este último aspeto pode ser trabalhado à posteriori na própria landing page, mas quanto maior for o entrosamento entre a mensagem do anúncio e a da langing page, maior será a conversão, pois as pessoas já terão uma ideia do que irão fazer após o clique no anúncio e já não vão “às escuras”, só porque acharam piada à imagem ou ao anúncio.

Obviamente, se estivermos a falar de uma campanha, cujo objetivo primário é gerar notoriedade ou buzz, então o que interessa é que a mensagem apareça muitas vezes junto dos utilizadores, e que haja muitos cliques, independentemente de eventuais conversões.

No entanto, não é certamente este o objetivo mais comum de uma campanha, muito menos agora, em tempos menos propícios, em que as métricas e os resultados falam mais alto que tudo o resto.

Conclusão

O melhor que posso aconselhá-lo, é ler as Guidelines do Facebook para a publicidade (cujo link está neste artigo) e a cumprir todas as regras que constam desse documento.

Estando certo, que estará a respeitar tudo o que Facebook exige, dê asas à criatividade e faça anúncios apelativos.

Faça muitos anúncios ou variações do mesmo anúncio, teste várias imagens com os anúncios, pois muitas vezes, basta mudar a imagem e a campanha tem resultados completamente diferentes. É verdade! Por incrível que pareça, vários estudos provaram isto mesmo. Portanto não faça os anúncio apenas com uma ou duas imagens. Tenha 4 ou 5 (ou mais) imagens preparadas, caso seja necessário, ou até mesmo para testar o que melhor resulta.

Já vi alguns estudos, que provam que, por vezes, basta alterar a cor da imagem para o anúncio ter um desempenho completamente diferente.

Existem regras mais ou menos genéricas de publicidade que, obviamente, também se aplicam aqui, por isso aconselho vivamente a leitura deste artigo, onde falo sobre como criar banners que resultam em 8 passos.

Espero que tenha ficado com uma ideia mais clara sobre como pode funcionar e enquadrar a mensagem no contexto do Facebook.

No próximo artigo da série “Como Anunciar no Facebook Com Sucesso”, vou falar sobre os vários tipos de anúncios/campanhas que pode fazer no Facebook.

Tem alguma dúvida ou questão, deixe o seu comentário!

Como Anunciar no Facebook: 3 – Segmentação

O Facebook disponibiliza um certo grau de segmentação que permite ter campanhas mais dirigidas a certos grupos de pessoas com pontos comuns entre elas.

Segmentar a sua campanha no Facebook é algo absolutamente crucial para lhe permitir comunicar com eficácia ter bons resultados com a sua campanha.

Neste aspeto, o Facebook facilita o trabalho para os menos entendidos nestas coisas de segmentação, através da colocação de várias opções de seleção e exclusão de grupos de pessoas para a sua campanha no Facebook.

Se ainda não leu os artigos anteriores a série Como Anunciar no Facebook com Sucesso, pode encontrá-los aqui:

1 – Facebook Marketing: Como Anunciar no Facebook Com Sucesso

2 – Como Anunciar no Facebook: 2 – Métricas de Sucesso

Entre variáveis de ordem pessoal, como o sexo e a idade, variáveis relacionadas com os interesses pessoais e variáveis de geo-localização, o Facebook permite vários graus de segmentação que serão muito importantes na construção da sua campanha.

Além disso, também é possível fazer combinações de targets e o seu agrupamento para melhor perceber o seu desempenho, avaliação e retorno.

Neste caso, há 2 hipóteses, ou você sabe a quem quer fazer chegar a sua mensagem, ou então, não faz ideia.

Em qualquer dos casos, e embora o segundo caso seja mais trabalhoso, é perfeitamente possível implementar uma campanha no Facebook “com pés e cabeça”.

A única diferença é que no segundo caso, poderá precisar de investir mais algum dinheiro ou demorar mais algum tempo, até conseguir perceber quais são os pontos comuns do seu target, de forma a permitir-lhe afinar a campanha, e desta forma, melhorar os resultados.

Um aspeto que deve ter sempre em mente, é que diferentes grupos de pessoas reagem também de forma diferente a uma determinada mensagem.

Embora pareça algo básico e natural, este aspeto é importante quando estiver a trabalhar na seleção ou exclusão de grupos de pessoas para a sua campanha.

Isto poderá ser um bom momento, para agrupar as pessoas, com base em diversos fatores, como seja, a idade, o sexo, e os seus interesses e ligações, que a meu ver são os mais importantes, dentro dos que são disponibilizados pelo Facebook, claro. Embora, para certos tipos de campanhas hajam outros elementos que possam ser importantes, como é o caso do estado civil.

Obviamente, se eu quiser promover um site de encontros, terei mais sucesso se dirigir a campanha a pessoas solteiras e divorciadas, do que a pessoas casadas. (Esta afirmação apela ao meu sarcasmo, mas vou-me conter)

É claro que, se estiver a trabalhar sobre um negócio de dimensão local, faz também todo o sentido utilizar a geo-localização, pois permite-lhe direcionar a sua campanha apenas a grupos de pessoas que estejam nas cidades que lhe interessam.

Outro aspeto a considerar na segmentação da sua campanha, é que, dependendo da campanha, poderá fazer sentido agrupar pessoas que partilhem o mesmos interesses ou ligações, mas separá-las por sexo.

Isso irá permitir-lhe posteriormente, criar anúncios parecidos mas com ligeiras diferenças, uns mais dirigidos a mulheres e outros a homens.

Estes são apenas alguns exemplos, mas claro que tudo depende da campanha em questão.

Uma das vantagens do Facebook, é que à medida que vai selecionando o target da sua campanha, ele vai apresentando o número de pessoas que correspondem a esse perfil e que podem ser alvo da sua campanha numa barra lateral na página de configuração da campanha.

Este não é um número absoluto, mas sim um valor estimado. Ainda assim tudo aponta para que seja bem aproximado da realidade.

Assim é sempre possível ver se está a selecionar um grupo muito grande ou muito pequeno e fazer os necessário ajustes, consoante o objetivo da sua campanha.

O sistema de segmentação do Facebook é bastante simples de usar, mas se tiver alguma dúvida ou sugestão, deixe o seu comentário!

No próximo artigo desta série, vou falar sobre a Mensagem da sua campanha.

Como Anunciar no Facebook: 2 – Métricas de Sucesso

Neste 2º artigo da série “Como Anunciar no Facebook Com Sucesso”, e tendo já definidos os objetivos da sua campanha no Facebook, agora, é fundamental definir métricas de acompanhamento e avaliação da campanha.

Apesar de existirem muitas métricas que possam ser utilizadas, consoante o tipo de campanha, faz mais sentido a utilização de umas ou outras, para fazer uma correta avaliação da sua campanha e respetivo retorno.

Se ainda não leu o artigo anterior da série Como Anunciar no Facebook com Sucesso, pode encontrá-lo aqui:

1 – Facebook Marketing: Como Anunciar no Facebook Com Sucesso

Sem mais demora, vou então abordar o tema das métricas e a forma como deve selecioná-las e analisá-las.

Métricas

Depois de definido o ou os objetivos da sua campanha, o passo seguinte é definir métricas. Isto é o quê?

Métricas, são os indicadores de desempenho da campanha que lhe vão permitir mais tarde fazer a avaliação da campanha e fazer os ajustes necessários e tirar as conclusões no fim.

Exemplo:

Digamos que vou fazer uma campanha para angariar fãs para a página do Web Marketing no Facebook.

Neste caso, uma das métricas que iria necessáriamente analisar seria o custo por fã, para poder analisar e comparar se a campanha estava a correr bem ou mal, se o custo seria aceitável ou se teria de interromper a campanha, ou fazer alguns ajustes para tentar melhorar os resultados.

Se o objetivo fosse, por exemplo, vender um produto ou serviço, então uma das métricas que eu iria analisar, seria certamente o ROI (Return on Investment ou Retorno Sobre o Investimento), de forma a permitir-me concluir se seria rentável e até que ponto o seria estar a fazer esta campanha.

Como é óbvio, também se pode analisar o ROI no primeiro exemplo, mas como métrica, reveste mais peso e importância no segundo exemplo do que no primeiro, até porque, embora seja possível estimar, é difícil quantificar o retorno (imediato ou não) de um fã.

De qualquer forma, o Facebook disponibiliza duas formas de configurar as suas campanhas: por CPM (custo por mil impressões) ou por CPC (custo por clique).

Se pretender que a sua mensagem chegue ao maior número de pessoas possível, então deve considerar a opção de configurar a sua campanha por CPM, já que, indenpendentemente do número de cliques que ela tiver, o que lhe interessa é que o seu anúncio seja visto por muitas pessoas.

Já no caso, de ter como prioridade o número de conversões (em fãs, assinantes ou clientes), poderá ser mais aconselhável o CPC, pois neste caso, pagará apenas pelos cliques que o seu anúncio receber.

No caso de querer fazer uma campanha por CPM, um aspeto importante a considerar, é que o seu custo por clique será influenciado pela CTR (Click Through Rate ou Taxa de Clique), que representa o nº de pessoas que clicam no seu anúncio face ao nº de pessoas que o viram.

No que respeita ao CTR, quanto mais alto for, melhor.

O que acontece quando o seu anúncio tem um CTR alto, é que terá maior visibilidade junto dos utilizadores do Facebook, já que, permitira ao próprio Facebook, amealhar mais dinheiro em receitas da sua campanha.

Se a sua campanha for por CPC, então você já sabe, à partida, quanto estará a pagar por clique, considerando que poderá fazer licitações para pagar mais ou menos. No entanto, tal como no Google Adwords, quanto mais alto licitar, maior será a probabilidade do seu anúncio ter maior visibilidade.

Já se a sua campanha for configurada por CPM, quando mais alto for o CTR, mais baixo será o seu CPC, porque está a pagar por cada 1000 impressões. Isto significa que, se por cada 1000 impressões você obtiver 10 cliques, terá um CPC superior, do que se obtiver 20 cliques no seu anúncio.

Por todos estes motivos, é que é absolutamente fundamental, que tenha os objetivos da sua campanha bem definidos, pois isso será crucial para que a campanha seja construída de forma a permitir-lhe obter um bom ROI, bem como a alcançar os objetivos que definiu.

Uma outra opção que pode considerar, é testar os 2 métodos na mesma campanha, e ver qual resulta melhor en função dos objetivos que estabeleceu. Desta forma, poderá parar com o método que lhe dá resultados menos bons e continuar apenas com o que resulta melhor.

Agora que já expliquei como definir as métricas para a sua campanha no Facebook, vou falar de Tipos de Campanha no próximo artigo desta série.

Tal como antes, se tiver alguma sugestão ou questão que queira ver abordada, diga-me nos comentários.

Facebook Marketing: Como Anunciar no Facebook Com Sucesso

Saber anunciar no Facebook com eficácia é, hoje, absoutamente fundamental não fosse o Facebook, atualmente, um dos melhores locais para estar presente e disponibilizar a nossa mensagem, informação, produtos, serviços, etc.

Isto porque, a massa crítica está lá presente, e como já disse várias vezes, você precisa estar presente onde está o seu target, caso contrário, será difícil conseguir ligar-se a ele e estabelecer uma comunicação eficaz com resultado efetivamente bons.

Facebook Marketing

Seja qual for o nicho, há certamente pessoas no Facebook interessadas na sua mensagem.

Se há algum tempo atrás poderia ser arriscado, agora é certo que, uma campanha bem estruturada e implementada acabe com um resultado positivo e de sucesso.

No entanto, convém ressalvar que, anunciar no Facebook, não é apenas criar um anuncio com um link e uma imagem e pagar por impressão ou por clique. Era bom que fosse assim tão simples, mas a realidade é bem diferente.

Já apresentei aqui um case study sobre publicidade no Facebook, com base na análise de uma campanha que fiz há algum tempo. Agora está na altura de atualizar e complementar essa informação com o que aprendi entretanto e com mais umas experiências que fiz.

Certamente, que se você tiver em atenção os pontos que vou referir terá resultados muito melhores. Isso posso garantir.

Até porque, segundo notícias publicadas recentemente nos medias, o preço da publicidade no Facebook, subiu 74% de 2010 para 2011. Portanto, agora faz ainda mais sentido que tenha cuidado com o seu investimento.

Antes de mais, vou explicar passo a passo como se deve fazer uma campanha no Facebook, de forma a tentar garantir os melhores resultados possíveis e naturalmente, de forma a ter o maior e melhor retorno possível.

De forma a manter uma leitura leve a agradável, resolvi dividir este artigo em vários, caso contrário ficaria uma artigo muito longo e maçador.

Da mesma forma, e para tornar o entendimento destas matérias mais acessível a qualquer pessoa, o artigo está dividido por pontos, sendo fundamental seguir ponto a ponto, sob pena de perder a lógica.

Assim, vou começar pelo ínício (que é sempre um bom sítio para iniciar algo) e neste artigo vou falar sobre como definir os objetivos da sua campanha.

 Objetivos da Campanha

Como em qualquer campanha, em qualquer meio, o primeiro passo é estabelecer, de forma clara, quais são os seus objetivos. Isto porque, qualquer ação que se tome a seguir será tendo em conta os objetivos da sua campanha. Assim, faz sentido que este seja o primeiro passo.

Se o seu objetivo for aumentar o seu número da fãs, então há alguns tipos de campanhas e certa mecânicas e técnicas que funcionam melhor que outras. O mesmo acontece, se o seu objetivo é vender algo, um produto ou serviço, ou qualquer outra finalidade.

Isto pode parecer óbvio, mas é absolutamente fundamental para que a campanha seja um sucesso, e ainda assim é um aspeto descurado por muitos. Muito possivelmente por desconhecimento, mas ainda assim descurado.

Estabeleça o objetivo (ou objetivos) da campanha. Se forem vários, atribua-lhes uma prioridade com base na importância para que eles têm para si.

É muito importante que o faça, pois a forma como a sua campanha será estruturada, terá de considerar as prioridades que está agora a definir, de forma a garantir que está a fazer tudo o que é suposto para que os objetivos seja facilmente alcançados, ou que, pelo menos, não têm obstáculos que dificultem a sua concretização.

Um aspeto muito importante que não se pode esquecer é que o Facebook é uma rede social, e como tal, é um local onde, tradicionalmente, as pessoas socializam. (DUH!)

Isto quer dizer que, não sendo uma rede social de natureza profissional como é, por exemplo, o LinkedIn, a essência do Facebook está em temas relacionados com diversão, convívio, e outros que não trabalho.

Isto, como é óbvio, não impede ninguém de fazer uma campanha no Facebook, mas é certamente um aspeto que se deve sempre ter em conta, quando se pensa em fazer uma camapanha, já que é absolutamente fundamental conhecer o meio que está (ou vai) fazer uma comunicação, de forma a ajustar e enquadrar a forma de se comunicar e de fazer chegar a sua mensagem aos destinatários.

No próximo artigo vou falar dos vários tipos de campanha que se podem fazer no Facebook.

Não deixe de acompanhar os próximos artigos da série Como Anunciar no Facebook com Sucesso.

Se tiver alguma sugestão de tema para eu falar sobre este assunto, deixe um comentário!

Facebook For Business – O Novo Recurso Do Facebook Para Empresas

Já falei aqui sobre várias formas que pode (e deve) usar para divulgar o seu site no Facebook.

Ainda sobre Facebook Marketing, já publiquei uma série de artigos chamada Guia Prático para o Sucesso no Facebook.

Agora, talvez influenciado com os rumores do Google+ criar páginas e recursos para empresas, o Facebook criou um centro com vários recursos destinados especialmente a empresas, o Facebook Business.

Não se pode dizer que a informação seja propriamente nova, pois ela já existia, ou a grande maior parte dela já existia. O problema é que estava “espalhada” pelo Facebook, sem qualquer organização, ou com uma organização que deixava muito (MUITO) a desejar.

Seja por influência do Google+ ou não, o que interessa é que, tal como disse no artigo onde apresentei a nova rede social do Google, quem ganha com a concorrência é sempre o consumidor ou utilizador (neste caso, nós).

E desta vez parece ser o caso, pois, depois do Facebook ter lançado chat com vídeo com o apoio do Skype, agora lança um centro de recursos e informação especialmente dedicado a empresas, que até agora, tinham de pesquisar e pesquisar para encontrar o que queriam.

Até aqui até era mais fácil seguir o Web Marketing, e colocar as questões nos comentários 🙂 Se calhar ainda vai continuar a ser, já que o suporte do Facebook deixa um bocadinho a desejar…

Seja como for, já se encontra a informação com alguma arrumação e lógica. Veja aqui o Facebook For Business.

Do que vi, parece-me sinceramente que tentaram colocar a informação de forma mais fácil de digerir e compreender, pelo que acredito que não tenham qualquer problema.

Ainda não está no Facebook?

Então leia os artigos que já escrevi sobre o assunto e veja se estes breves argumentos o convencem:

  • estar presente na maior rede social do mundo
  • aumentar a credibilidade
  • partilhar conteúdos
  • valorizar o relacionamento inter-pessoal
  • promover a interactividade
  • prestar esclarecimentos e dar apoio a clientes

Precisa de ajuda?

Tem sempre os meus serviços de consultoria à sua disposição.

De qualquer forma, como sempre , se tiver alguma questão, coloque-a aqui nos comentários.

Isto tem mais “piada” com a sua particpação 🙂

4 Ferramentas Úteis Para Medir a Velocidade Do Seu Site

Já falei sobre a importância de analisar a velocidade de um site para poder avaliar se isso terá impactos negativos nos rankings do Google.

É incrível como ainda há muitas pessoas que não ligam para este aspeto… E depois queixam-se que não conseguem chegar ao 1º lugar do Google… Porque será?!

De qualquer forma, para todos os interessados, aqui ficam 4 ferramentas úteis para medir a velocidade do seu site.

Uma delas já falei aqui no Web Marketing, mas como está em contexto, incluo-a nesta lista:

1.Pingdom

O Pingdom disponibiliza algumas ferramentas interessantes, das quais destaco uma delas, que é a Full Test Page que permite de forma muito fácil medir a velocidade do seu site.

Outro aspeto de vale a pena realçar é que, permite guardar o histórico das medições que executa para poder ter uma ideia dos valores médios, e da evolução desses números após executar algumas otimizações.

2. Google Page Speed

O Google Page Speed, é uma ferramenta gratuita disponibilizada pelo Google e que também ajuda nas medições da velocidade de um site.

Com alguns pormenores interessantes, o Google Page Speed além de medir a velocidade do site, faz uma análise dos fatores que podem ter peso negativo na velocidade do site em análise e qualifica-os por ordem de importância.

Aqui, as menções a vermelho são aquelas que deverá dar prioridade para resolver, a seguir as menções a laranja, e por fim, as menos importantes, a verde.

3 – Website Page Analyzer

O Website Page Analizer é um serviço disponibilizado peloWebSitOptimization.com e eu já escrevi um artigo sobre esta ferramenta e sobre como pode usá-la para analisar a velocidade do seu site, pelo que não faz sentido repetir o que já disse. De qualquer forma, recomendo a leitura do artigo onde falo desta ferramenta, pois acheia muito útil e interessante.

Sem dúvida, uma que deve ter no seu arsenal.

4. Alexa

O Alexa é um site que permite recolher vários tipos de informação sobre um site, nosso ou outro qualquer.

Entre todas as informações que o Alexa disponibiliza, uma delas é a velocidade de carregamento do site e uma breve comparação com os restantes sites na internet.

Embora, não seja disponibilizada qualquer informação sobre a forma como essa medição é feita, nem tão pouco, exatamente o que está a ser medido, ao contrário das anteriores, não deixa de ser uma referência com alguma importância, e que pode perfeitamente juntar ao seu arsenal.

Espero que, com estas ferramentas, consiga fazer algumas medições e avaliar como está o seu site. Se parece um Carocha ou um Ferrari 🙂

Brevemente, irei abordar algumas técnicas para tornar o seu site mais rápido. Não deixe de acompanhar!

Se tiver alguma dúvida ou questão, deixe um comentário!