Reter Clientes Atuais Vs. Captar Novos Clientes

Fazer retenção ou fidelização de clientes é vital para qualquer empresa. Mas será que todas dão a devida importância a esse facto? Será que todas as empresas se empenham da mesma forma para manter os seus atuais clientes ou têm o seu maior foco na angariação de mais, esquecendo os já existentes?

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Qual a estratégia mais correta? Devemos talvez analisar caso a caso, mas em termos genéricos e puramente teóricos, talvez aplicar o mesmo peso de importância a ambas as atividades, entregando a mesma quantidade de energia e recursos.

Leia também estes artigos: Como Fidelizar os Seus Clientes ou Leitores com Email Marketing, Como manter os seus clientes fidelizados e Como Fidelizar os Seus Clientes – Plano de Marketing Digital.

O senso comum e as nossas experiências pessoais e profissionais dizem-nos imediatamente que as empresas dedicam mais tempo e energia na angariação do que na retenção. Mas na verdade com isto poderão perder significativas quotas de mercado para a concorrência.

Um dos problemas básicos da elaboração de estratégias de marketing e vendas tem justamente a ver com a eventual confusão entre o que é um cliente satisfeito e um cliente fiel. Nos custos não há confusão possível, é muito mais dispendioso atrair um cliente do que mantê-lo.

Não existe uma perfeita simetria entre um cliente satisfeito e os seus hábitos de compra e consumo. Existem fatores que devem ser considerados, como o facto dos clientes estarem constantemente alerta a um mercado global, às movimentações da concorrência, novos produtos, garantias, serviços pós-venda, reclamações, publicidade, etc etc.

De forma permanente os clientes comparam o desempenho dos seus ocasionais fornecedores com a sua concorrência.

Uma das melhores forma de estar alerta é manter uma constante comunicação entre a direção e a equipa que está permanente contacto com os clientes, a chamada linha da frente. As pessoas que pelas suas responsabilidades mantêm um contacto permanente com os clientes, conhecem melhor todos os seus sentimentos, alegrias, frustrações e planos futuros em matéria de escolha de produtos, serviços ou fornecedores.

Voltando ao senso comum, não andaremos muito longe da verdade se dissermos que muitos dos quadros diretivos não dão a importância devida ao que a linha da frente vai reportando sobre os seus clientes.

Com isto podem começar a crescer os tais erros de marketing de dar prioridade à angariação de clientes em vez da sua retenção, oferecendo produtos ou serviços antes de identificar as verdadeiras expectativas e necessidades dos clientes, fixar objetivos de crescimento de vendas em vez de crescimento da rentabilidade.

5 Funções de Marketing Que Podem Ser Executadas à Distância

De uma forma generalizada, as empresas estão cada vez mais a considerar colaboradores que possam trabalhar remotamente, permitindo a oportunidade de assumirem funções a partir de sua casa, espaço público ou qualquer outro local onde possa aumentar a sua produtividade.

Felizmente para todos aqueles que trabalham em marketing, essa também é uma realidade crescente.

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Se já pensou em desenvolver a sua carreira como profissional de marketing fora do escritório, estas são algumas das funções onde efectivamente existe essa possibilidade:

1. Consultor de Marketing Digital

É uma função extremamente flexível e se você tem uma forte experiência e sucesso comprovado em marketing digital, trabalhar remotamente poderá ser uma excelente opção.
Trabalhando numa empresa de marketing digital, poderá analisar processos de marketing digital, criar ou desenvolver estratégias. No entanto, no caso de ser consultor independente poderá escolher o tipo de trabalho e o tipo de clientes que deseja assumir.

2. Analista de Marketing

Se o seu trabalho passa, na sua base, por analise de dados, números, comportamentos e transforma-los em marcas ou estratégias de marketing, trabalhar remotamente pode ser uma excelente opção. Sem interrupções será concerteza mais produtivo neste tipo de função, aumentando o foco no seu pensamento estratégico.

3. Gestor de conteúdos

Elaboração de conteúdos apelativos e devidamente enquadrados com o core business da empresa, desenvolver estratégias ou activar campanhas, são tarefas que poderá realizar em qualquer parte do mundo. Obviamente que importa não perder o contacto com a realidade e dia-a-dia da empresa.

4.Gestor de Produto

Muitas empresas preferem que os seus gestores de produto trabalhem no escritório onde possam interagir com os outros membros da equipa, mas há sempre a possibilidade fazê-lo remotamente, onde porventura fará todo o sentido em start-ups ou empresas com espaço reduzido, que valorizem o trabalho virtual.
Entre gestão de lançamentos, comunicações internas, mensagens para o exterior, definição de preço ou posicionamento, se acha que pode melhorar o seu desempenho poderá sempre considerar esta hipótese e apresentá-la hierarquicamente.

5. Marketing Copywriter

Aqui será uma opção óbvia para um trabalho remoto. De uma forma genérica, é uma função onde todo o trabalho produzido vai muito para além das 8 horas normais de um dia trabalho.
Discussão das mensagens dos clientes, debates, partilha de ideias, apresentação de soluções/opções, alteração de estratégias ou supervisão da produção é algo que muitas vezes se estende para fora de horas, noites e fins de semana.

Efectivamente existe uma série de oportunidades para trabalhar remotamente na área do marketing. O mundo digital e as empresas de tecnologia estão cada vez mais atentas a esta realidade.

No fundo, para um professional de marketing, se a criatividade, a observação e a analise forem confinadas a um local de trabalho muito limitado, poderá até ser impeditivo para explorar todas as suas capacidade e recursos.

O Que é o Marketing Político e Como Funciona

Ao longo das últimas décadas, uma das áreas do marketing que mais alterações teve na sua genética foi, sem dúvida, o marketing político. A forma como os candidatos se posicionam perante os público-alvo, as forma de abordagem, a adaptação às novas tecnologias, enfim, todas as estratégias são hoje pensadas ao pormenor, onde o mínimo detalhe conta.

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A poucas dias de vivermos mais umas eleições autárquicas em Portugal, passarei de seguida em revista alguns desses detalhes, que deverão ser incluídas, ou pelo consideradas, numa estratégia de comunicação e marketing político.

– A Imagem

Que imagem o candidato quer apresentar perante o seu público? Este é o ponto de partida para tudo o resto. A partir desta resposta, uma linha de raciocínios e de estratégias se desenvolverão. A imagem de um candidato não se começa a desenhar no momento em que se candidata, ela vem do seu passado. Ainda assim é possível fazer correcções de última hora.

– A Escuta Estratégica

É necessária também fazer uma escuta estratégica. Não se pode cometer o erro de se partir para uma corrida eleitoral com base em intuições, pois podem-se planear acções sem entender devidamente o comportamento do eleitorado. Falo de analise de sentimento, dispersão, volume e alcance, por exemplo.

– A Mensagem

Que estratégia de comunicação apresentar? Que mensagem passar para o eleitorado? Aqui devem entrar os profissionais. A opção por uma estratégia de comunicação feita apenas em ideias e conceitos próprios pode falhar categoricamente na sua base. Comunicar assertivamente não é para todos. Mesmo que se conheça o território como ninguém. Assessoria de comunicação recomenda-se.

– O Conteúdo

Entramos numa área que muitas vezes pouco distingue os candidatos. Quem não quer o melhor para o seu eleitorado? Dizemos muitas vezes que dizem todos o mesmo. Seja ou não seja verdade, estudos garantem que em marketing político, a grande percentagem da influenciação não está tanto no conteúdo mas em aspectos como a empatia natural, a tonalidade da voz, na clareza do discurso ou até na criatividade.

– A Equipa

É fundamental reunir amigos e colaboradores e distribuir tarefas de acordo com as aptidões de casa um. Entre as funções fundamentais poderão estar o controlo administrativo/financeiro, a gestão de activos humanos e o controlo de informações e pesquisas de comportamento do eleitor. Um acompanhamento de profissionais de marketing pode orientar a equipa e ajustar o posicionamento nas diferentes fases de uma campanha eleitoral.

– Estratégia Online

Hoje em dia não haverá nenhum candidato que despreze os meios online. O domínio das ferramentas ao dispor das redes sociais são hoje absolutamente fundamentais para uma eleição. O Web Marketing político, se assim lhe poderemos chamar, é a força que move a maioria das campanhas. Uma espécie de alavanca que motiva reacções, comentários, interacção e até ideias, num público amplo, não restrito e até de difícil mensuração. Genericamente, é talvez, neste momento, a maior arma existente para comunicação de massas.

É necessário estar aberto ao dialogo, falando de igual para igual com a comunidade web. As redes sociais estão a contribuir para um processo de humanização da sociedade em geral e os políticos nela estão inseridos.

Os Códigos QR Vão Desaparecer? E Os Impactos No Seu Negócio!

Os QR Codes ou Códigos QR foram introduzidos na comunicação digital e off-line com o intuito de materializar uma ponte de ligação entre o on e o off-line, e até à data tem sido uma vida difícil por diversos motivos. Talvez por isso, se comece a colocar em questão a sua verdadeira utilidade e sobrevivência.

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Basta vermos que, desde o seu aparecimento até à sua massificação, não só passou imenso tempo, como houve uma aprendizagem muito lenta sobre a sua utilidade e utilização.

O que são Códigos QR?

Para os mais distraídos, os códigos QR são códigos gerados digitalmente que podem ser usados em comunicações off-line como anúncios de imprensa, outdoors, ou flyers, e que, ao serem objectos de um scan feito com uma aplicação própria para o efeito que se instala no telemóvel (há apps disponíveis para os vários sistemas operativos móveis), abre uma janela do browser do telemóvel que é encaminhada para um certo link, que é pré-definido quando da criação do código QR.

Embora o conceito seja interessante, sempre existiram tantos obstáculos que seria mais ou menos espectável que a experiência não corresse muito bem.

Se considerarmos que, os códigos QR surgiram como sendo uma grande inovação, mas nunca houve uma aposta realmente forte na sua massificação, até porque ainda hoje, a própria aplicação eu é necessária para “ler” estes códigos não é nativa em nenhum sistema operativo, e requer sempre que, previamente a que se possa fazer o scan de um código QR, seja feito o download de uma aplicação para o efeito a partir do Android Market ou da App Store, ou de qualquer outro central de aplicações.

Como se isto não fosse já um grande obstáculo à sua utilização, quantas e quantas vezes não se fazia o scan de um código para ser encaminhado para uma página que não trazia valor acrescentado à mensagem que estava junto do código, ou então abria uma página não optimizada para dispositivos móveis?

Parece que até certo momento, nem as próprias marcas e agências, sabiam muito bem o que estavam a fazer.

Pensava-se que era muita inovação, então “ficava bem” usar estes códigos na comunicação, mas quando chegava à utilidade propriamente dita, digamos que ficava muito aquém do que seria espetável.

Todos estes atropelos, contribuíram para desmotivar os utilizadores de fazerem uso das apps para fazer o scan de códigos QR, e acabaram por quase cair em desuso.

Por isso, parece-me que se levantam algumas questões pertinentes:

  • Será que estes código ainda terão a sua utilidade nu futuro?
  • Estará a sobrevivência dos códigos QR dependente de se tornar algo nativo dos Sistemas Operativos móveis?
  • Será necessário mais educação sobre a sua correta utilidade?
  • Enfim, no fundo, estará a “morte” destes códigos à vista?

Qual a sua opinião?

Qual a Melhor Estratégia Para Ultrapassar a Crise?

Desde que fomos assolados pelas consequências do descalabro do sistema financeiro e económico, que muitas empresas não conseguem resistir e acabam por fechar as suas portas. Em 2011 abriram falência cerca de 10 empresas por dia, e em 2012 esse número já aumentou quase 50% (46,7%). Impressionante (no mau sentido, claro)!

Será que a estratégia do Low Cost é a salvação? Será a única? Será que se aplica em qualquer caso? É financeiramente viável?

estrategia crise

Todas estas são questões relevantes que devem ser equacionadas antes de enveredar pela implementação de uma estratégia para tentar ultrapassar as dificuldades.

Se prestarmos mais atenção ao que vai acontecendo nos vários mercados, mobiliários, imobiliários, etc, vamos – com alguma facilidade – concluir que existem alguns nichos que não têm sofrido nada ou muito pouco com esta “crise”. E existe algo que esses nichos têm em comum entre si: são artigos de valor elevado ou artigos considerados “de luxo”.

Sem querer politizar este artigo, a verdade é que, como é hábito, quem “paga a conta” com maior sacrifício é a classe média, como sempre foi até aqui, e como continuará a ser, pois é uma situação confortável para quem governa.

Talvez por isso, entre outros motivos, as classes mais altas não sofram tanto, ou por outro lado, até aproveitam para investir mais e ganhar mais dinheiro, o que acaba por se refletir no consumo.

Ora, se considerarmos que, muitos negócios estão a aderir à estratégia do “Low Cost” para conseguir vender ou até sobreviver, vale a pena pensar se será este o único (ou melhor) caminho, sabendo que existe um nicho da sociedade, que tem muito dinheiro para gastar e que não tem qualquer problema em o fazer.

Mas será que esse nicho procura o Low Cost? Claro que não!

Procuram produtos e serviços de eleição, com boa reputação e preços consideravelmente altos, pois aqui ainda se respira muito aquela máxima: “Se é caro, é bom!”.

Não será então esta uma janela de oportunidade para as empresas abrirem um novo canal de negócio, especialmente dedicado ao mercado de luxo?

Pelo menos sabemos que, com crise ou sem ela, este nicho continua a consumir o mesmo, ou até mais, do que antes da crise.

É certamente uma alternativa ao “excessivamente usado” Low Cost, que embora possa servir certos propósitos, e muito bem diga-se de passagem, não será provavelmente a abordagem mais indicada para satisfazer certo tipo de necessidades que existem na sociedade.

Não existe uma fórmula mágica para escapar incolume à crise e aos seus efeitos, mas existem certamente algumas estratégias que potenciam mais o sucesso e minimizam os efeitos negativos das quebras do consumo.

Qual é então a melhor estratégia para ultrapassar a crise?

A verdade é que não existe uma única resposta, pois depende de muitos aspetos, e aqui cada caso deve ser visto como uma situação única. Nem eu nem ninguém tem uma resposta única e 100% certa que se aplique a todos os casos, mas o tema merece certamente alguma reflexão.

O que acha que fará sentido as empresas e negócios fazerem para ultrapassar estes obstáculos?

Como Manter Os Seus Clientes Fidelizados

Em qualquer estado de economia ou nicho de mercado, um aspeto que ganha cada vez mais importância e que deve ser uma das prioridades de qualquer negócio ou empresa é saber como fidelizar os seus clientes.

A fidelização de clientes ou de subscritores é algo que, a médio/longo prazo garante uma maior rentabilidade e sustentabilidade, mas para isso, é importante ter em atenção alguns aspetos para que se possam implementar medidas eficazes com vista a conseguir de fato, fidelizar os seus clientes ou assinantes, consoante o caso.

fidelizacao clientes

Qualquer empresa ou empreendedor deve perguntar-se constantemente:

Como é que os clientes me (ou nos) vêem?

E aqui é importante averiguar, entre outros aspectos:

  • Quais são as primeiras impressões
  • Quais são os primeiros adjectivos que os clientes usam para me/nos classificar
  • Como é que conseguimos recolher feedback fidedigno e com qualidade dos nossos clientes ou assinantes

Dependendo do tipo de situação e do tipo de negócio, poderão haver alguns métodos mais indicados que outros, mas, independentemente disso, existem pontos comuns que são, no fundo, o mais importante.

Existem muitas formas de inquirir os seus clientes ou assinantes, mas há alguns que pela sua natureza, são particularmente arriscados no sentido em que, potencial a margem de desvio ou erro na avaliação do feedback.

Os riscos de recolher informação que não seja fidedigna são mais ou menos óbvios, e podem, obviamente, ter impactos negativos na sua actividade, dependendo da profundidade das alterações que forem implementadas com base nesse feedback que recebeu anteriormente.

Os “focus groups” muitos usados no passado e ainda hoje, podem de fato levantar questões, já que muitos estudos apontam no sentido de, quando em grupo, as pessoas tem tendência para seguir uma liderança mais ou menos “espontânea” que se assuma como tal, e acabam por partilhar dos pensamentos e opiniões dessas lideranças, sem terem o seu espaço para poderem dar a sua genuína opinião.

Pessoalmente, e até que me provem o contrário, considero que a melhor forma de recolher informação fidedigna é através de questionários anónimos e com uma operativa que não implique um grande esforço para a pessoa o completar. Mas isso sou eu, há-de haver outras formas igualmente interessantes, como é o caso do cliente-mistério.

Seja como for, o mais importante é tentar aplicar a forma que mais se adequa, tendo em consideração o seu caso, e os seu objetivos.

Tendo implementado uma forma de recolha de informação, surge outro ponto importantíssimo, que é o aproveitamento dessa informação.

Por vezes, o que acontece é que depois de recolher a informação, as pessoas/empresas não sabem muito bem o que fazer com ela. É uma situação algo comum, mas que requer algum empenho e dedicação em analisar como é que podem tirar real partido dessa informação.

Nesta fase, com base na informação recolhida, levanta-se outra questão crucial:

Como é que pode melhorar a sua imagem e desempenho junto dos seus clientes?

Este ponto é extremamente importante, pois será aqui, que devem ser definidas as medidas a implementar e/ou o rumo a seguir, de forma a aumentar o grau de satisfação dos clientes no que respeita à relação que têm consigo/com a sua empresa.

A informação recolhida é muito importante para aproximar a sua oferta dos seu target, sejam eles clientes do seu negócio ou empresa, ou assinantes/subscritores do seu site ou blog.

Com base em dados concretos, pode implementar vários tipos de ações:

  • adequar a sua oferta aquilo que o seu target realmente valoriza
  • eliminar problemas ou obstáculos que possam de alguma forma incomodar os seus clientes ou impedi-los de se aproximarem mais da sua empresa/negócio
  • explorar as tendências que possam ser mais comuns entre o seu target e dirigir empenho e energia em acompanhar essas tendências
  • descobrir necessidades apontadas pelo seu target que podem ou não ter sido tidas em conta anteriormente
  • disponibilizar conteúdos, informação ou funcionalidades que vão de encontro aquilo que a sua audiência realmente quer.

Enfim, um sem fim de possibilidades de melhorar a sua relação com os seus clientes ou subscritores.

Eu, por exemplo, utilizo frequentemente questionários no sentido de tentar identificar dificuldades comuns, necessidades de informação, entre outros aspetos, e depois uso essa informação para adequar a informação que publico aqui no Web Marketing, assim como na criação de outros tipos de conteúdos, como vídeos, tutoriais, cursos, etc.

Conclusão

Este conjunto de ações é tão importante e ainda assim, não são muitas as empresas/negócios que se preocupam em fazê-lo, ou pelo menos eu acho que deveria haver mais empenho neste aspeto, pois com a expansão da internet e todas as mudanças que temos vindo a assistir no que respeita a tendências de consumo (sejam de artigos físicos ou digitais, como de conteúdos), a importância de tentar adequar a oferta à procura dever ser uma preocupação crescente e constante.

As vantagens são tão óbvias e significativas que seria de esperar um maior reconhecimento desta ferramenta tão essencial.

De qualquer forma, independentemente da mecânica que escolha usar para tentar recolher feedback genuíno da sua audiência, o importante é reconhecer a importância deste processo e dedicar o máximo de empenho não só na fase de recolha de informação que seja realmente relevante, como depois, na fase da implementação de medidas que sejam adequadas e eficazes para melhorar a sua relação com a sua audiência.

Espero ter ajudado, de alguma forma, a ver a real importância destes métodos simples e eficazes no que diz respeito ao processo de fidelização de clientes ou assinantes, conforme seja o seu caso.

Se tiver alguma questão ou contributo, não hesite em deixar um comentário!

 

Como Captar Mais Clientes: 3 Fórmulas de Sucesso

Qualquer empresa ou negócio para conseguir sobreviver, precisa de fuel, e o fuel das empresas e dos negócios são os seus clientes.
Logo, uma das questões mais pertinentes que se levanta é: “Como captar clientes?”
Online ou off-line, esta questão é algo que está na raiz do sucesso de qualquer negócio, por isso, hoje vamos ver alguns exemplos de abordagens de sucesso de captação de clientes na vertente online.

Como captar clientes

Embora existam muitas formas de conseguir mais clientes, qualquer método tem mais ou menos sucesso, dependendo de vários fatores, dos quais, destaco, o nicho de mercado e a forma como é implementado.

1. Parcerias Verticais

Este tipo de parceria não é a (mais) típica parceria que estamos mais habituados a ver online, ela traduz-se numa parceria que é realizada entre 2 empresas ou fornecedores que estão em posições diferentes na cadeia de fornecimento de um determinado produto ou serviço – daí o termo Parcerias Verticais.

Um exemplo fácil de ilustrar este tipo de parceria off-line, embora possam haver muitos, é na construção civil, uma parceria entre o construtor e o fornecedor de azulejos.

Ora na cadeia de fornecimento do serviço de “venda da casa”, o construtor está numa posição diferente do fornecedor de azulejos, no entanto, este tipo de parceria, permite por um lado garantir um determinado tipo de qualidade e nível de serviço do fornecedor ao construtor, e por outro, um fluxo de encomendas superior praticamente garantido sem a necessidade do fornecedor de azulejos ter e sustentar uma força de vendas.

A transposição deste conceito para o “mundo online”, é igualmente possível e eficaz.
Apenas para efeitos de ilustração deste conceito aplicado na vertente online, podemos ter por exemplo a parceria de um designer com uma empresa que vende um serviço de criação de sites. Poderia dar vários exemplos, este é apenas um deles.

2. Sistemas de Afiliação

Os sistemas ou plataformas de afiliação são outra excelente solução para conseguir alargar o âmbito de captação de clientes, sem que para isso tenha de investir em forças de vendas ou publicidade.

Um dos exemplos mais conhecidos é a Netaffiliation, mas há vários. Até porque têm aparecido várias plataformas em português nos últimos anos. A alternativa às plataformas de afiliação é a criação de um programa de afiliados próprio, o que requer mais algum investimento na sua implementação.

Seja como for, aderindo a um sistema de afiliação, você poderá optar por implementar vários tipos de acções com diferentes condições, isto é, pode optar por exemplo por um sistema de captação de leads (simples) – CPL ou “Cost Per Lead”– que se entende algo como alguém que preenche um formulário com apenas alguns dados como o nome e email ou telefone, sendo o respectivo pagamento por cada lead válida captada. Ou pode optar por um sistema de captação de vendas, em que o pagamento é feito apenas por cada venda efectuada.

Um excelente exemplo deste sistema é o dos casinos.

Os casinos investem bastante na angariação e novos clientes através de um sistema de pagamento de comissões aos seus afiliados. Este sistema requer que, à semelhança do que é feito nicho, sejam criados projetos que privilegiem a credibilidade, com bom conteúdos e que, de alguma forma, marquem a diferença dos restantes projectos no mesmo nicho.

Um exemplo disso é o casino.pt que disponibiliza informação útil aos interessados de forma clean e simplificada. Este é um exemplo que como pode ser implementado um sistema de afiliação com sucesso, pois não se limita a fazer a captação. A quantidade e qualidade da informação disponibilizada é certamente que ajuda os visitantes interessados a esclarecerem as suas dúvidas, e com isso, aumentar a confiança nas suas recomendações, e consequentemente, aumenta a captação de clientes.

3. Sales Funnel Eficaz

Seja qual for o sistema de captação que tenha implementado, o mais importante é ter um sales funnel eficaz e bem implementado. E o que é que isto quer dizer?

Essencialmente que, todas as suas acções relacionadas com a captação de clientes, devem ser coerentes com uma estratégia “global”, que lhe permita atingir o seu objectivo final: gerar vendas. Embora claro, possa ser canalizado para qualquer que seja o seu objectivo final.

Este sales funnel não é mais que um conjunto de acções exercidas numa determinada ordem e prioridade, de forma a conseguir converter o máximo volume de leads em clientes.

Do mais simples ao mais complexo, o objectivo final é sempre o mesmo, “levar as leads” a tomarem uma determinada acção que você deseja que elas tomem, que normalmente é a acção que lhe trará o retorno sobre o seu investimento.

Já lá vai o tempo (se é que alguma vez o houve) em que seria suficiente criar uma página e dizer, agora “clique aqui e faça isto”. É necessário entender vários aspectos relacionados com o nicho, a forma de captação entre outros, para que tudo seja orientado para o objetivo principal.

Este tema, só por si, tem muito que se pode dizer, talvez seja tema para outros artigos, se eu vir que você tem interesse nisso.
Seja como for, o conceito base é este.

E honestamente, parece-me algo que muitos negócios deveriam considerar e dar a merecida importância.

A Realidade Aumentada no Futuro das Vendas

A realidade aumentada é uma ferramenta que hoje em dia ainda não se conseguiu estabelecer na vida de todos os dias – ainda são poucos os que sabem trabalhar com os Códigos QR (Códigos que permitem a leitura da R.A. por dispositivos eletrónicos) e ainda menos os que se interessam por aprender. No entanto, começam a surgir ideias que demonstram o peso que esta tecnologia terá num futuro próximo.

Realidade Aumentada

[sws_grey_box box_size="580"]Este é um guest post da responsabilidade de Rui Carreira – Gestor de Comunicação BeProLine [/sws_grey_box]

Ficam três ideias pioneiras interessantes:

O museu de Londres criou e publicou uma aplicação que utiliza a Realidade Aumentada para mostrar ruas de antigamente – Uma viagem no tempo que brevemente será possível em todo o mundo. Se esta tecnologia fosse utilizada em Portugal, imagine estar a ver Fernando Pessoa a beber café na Brasileira ali ao seu lado, passear nas ruas antigas de Lisboa etc… Uma verdadeira experiência única.

Por outro lado, de um ponto de vista mais prático, a Zugara criou o amplamente premiado WSS (Webcam Social Shopper) que fez sucesso como ferramenta de visualização para lojistas on-line. Esta tecnologia permite que o utilizador interaja com os produtos – que possa experimentar roupa, colocar chapéus e ver como fica com aqueles óculos de sol caríssimos antes de os comprar.

O software, além de ser bastante útil para os clientes, é também útil para os retalhistas, que o podem configurar em menos de um dia e precisam apenas do programa e de uma webcam.

A título de curiosidade, experimente uma roupinha, a Zugara disponibilizou um demo gratuito aqui.

Por último, a BMW está a preparar um programa de Realidade Aumentada que é de ficar de boca aberta – veja como ficará no seguinte vídeo:

As possibilidades são muitas e, como todas as tecnologias na sua fase inicial, ainda não se sabe até que ponto se pode “esticar a corda” com ideias radicais, mas os pioneiros decerto farão com que a sua marca ou mesmo a sua identidade pessoal se destaquem utilizando esta espantosa ferramenta.

Por agora, se estiver constantemente a utilizar o seu leitor de QR do iPhone e Androids, espero que a sua bateria não esteja viciada, o consumo é ainda uma grande limitação.

Ficou entusiasmado? É mesmo caso para isso, prevê-se uma revolução visual para breve.

Não se pára o progresso, e como neste espaço o progresso é tema central, serão certamente de se esperar mais publicações com este tema.

Ficou com alguma dúvida em relação à Realidade Aumentada?

Contacte-me:
marketing.dep@beproline.com

Rui Carreira – Gestor de Comunicação BeProLine – www.beproline.com

O Melhor do Web Marketing em 2010: Técnicas de Marketing

Qualquer site em qualquer mercado, para vingar, tem de valorizar e implementar técnicas de marketing, seja qual for o seu objetivo.

Como já disse várias vezes, nao é preciso ser um especialista de marketing, nem tão pouco uma mente iluminada para entender e colocar em prática estas e outras técnicas de marketing, só precisa entender a sua importância e lhes dedicar a atenção que merecem. O benefício é sempre SEU!

Aqui fica a coletânea dos melhores artigos de Marketing, bem como uma série de dicas para melhorar a sua credibilidade e notoriedade online. No fundo, são dicas práticas para se tornar mais conhecido e conseguir ou manter uma boa reputação, o que é sempre importante, tanto offline como online.

Marketing

A Ferramenta Mais Importante Para o Sucesso

Como Usar a Eficácia Para Ganhar a Guerra do Marketing

Como Tornar a Sua Oferta Irresistível!

O Que Sao Personas e o Que Podem Fazer Por Si!

Como Captar Mais Clientes e Aumentar as Vendas Com Serviços Gratuitos

Datas de Extinçao dos Jornais Em Papel Em Todo o Mundo

Melhorar a Credibilidade e Aumentar a Notoriedade Online

Como Melhorar a Sua Credibilidade e Aumentar a Sua Notoriedade Online

Melhorar a Sua Credibilidade e Notoriedade Online – Suporte e Testemunhos

Melhorar a Sua Credibilidade e Notoriedade Online – Comunicaçao

Melhorar a Sua Credibilidade e Notoriedade Online – Homogeneidade

Melhorar a Sua Credibilidade e Notoriedade Online – Concursos

Melhorar a Sua Credibilidade e Notoriedade Online – Real Valor

Melhorar a Sua Credibilidade e Notoriedade Online – Compromissos

Espero que gosta da compilação de artigos. Eu gostei de a fazer para si e estou confiante que será uma boa lista de informação a re(ler).

Como sempre, eu escrevi estes artigos (ou pelo menos tentei), de forma que qualquer pessoa, mesmo que pouco entendida nestas matérias tenha facilidade de ler e tirar algo de útil e prático para implementar nos seus projetos.

Até porque, este tem sido um elemento que eu tenho apostado muito para tornar o Web Marketing um blog mais acessível a todos e que se diferencie por isso no seu nicho!

O que é que achou desta coletânea de artigos?

Como Ultrapassar a Sua Concorrência – Plano de Marketing Digital

Ao executarmos um plano de marketing digital, e depois de concluirmos os 3 primeiros passos; definir os objectivos, analisar o nicho de mercado e analisar a sua concorrência, chegamos à parte fundamental; “Como Ultrapassar a Sua Concorrência?“, em que é fundamental definir exactamente como vamos fazer, seja para penetrar num mercado já existente, ou para ultrapassar os seus actuais concorrentes.

Todo o trabalho feito nos passos anteriores, além de lhe fornecer informação muito útil, são os factores que servem de base e que o vão ajudar a delinear aquilo que podemos chamar de “plano de ataque”, que não é mais que o plano de acções que irão ser implementadas de forma a aumentar as suas hipóteses de sucesso.

Aqui entram em análise inúmeros factores, e o plano a ser desenhado será fruto da conjugação desses mesmos factores, bem como os elementos gerados pela Análise SWOT, realizada no passo anterior na fase de análise da concorrência.

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O mais importante de tudo, é que, independentemente do seu objectivo, consiga a sua fatia de negócio online, ou através da venda dos seus produtos ou serviços, ou mesmo através da promoção de programas de afiliados ou de outros métodos de ganhar dinheiro na internet.

Supondo que estamos a penetrar num mercado online que tem a sua concorrência bem identificada, podemos, conhecendo os seus pontos fortes e pontos fracos, utilizar as oportunidades para concluir qual será a melhor forma de o fazer (ambos os elementos identificados nas fases anteriores).

O “segredo” para ser bem sucedido na conclusão e implementação do seu plano de marketing digital, está neste factor: Tem de criar o seu USP!

USP são as siglas para “Unique Selling Point” ou “Unique Selling Proposition”, e quer exactamente isso, isto é, mesmo que esteja a comercializar algo que também é comercializado por outros, o segredo para o sucesso é criar o seu ângulo único de venda/apresentação dos seus produtos/serviços.

Em qualquer nicho de mercado, deve sempre pensar na melhor forma de entrar nesse mercado, sem que pareça e que seja visto como apenas “mais um”.
No caso de se tratar de um nicho com um nível de concorrência mais alto, aumenta a necessidade de utilizar esta abordagem e aumenta também a sua eficácia.

A forma de criação do seu USP, depende dos factores “em jogo”, no nicho que estiver em particular, pois não há 2 abordagens iguais. Há sim, abordagens que podem ter declinações para outros nichos, mas existem sempre particularidades a ter em consideração.

O seu USP, pode basear-se:

  • na apresentação do produto (packaging, visual, etc)
  • na criação de bundles de produtos/serviços (junção de 2 ou mais produtos/serviços com um preço diferente)
  • na criação de bundles complementares (junção de acessórios que tornam a oferta única e ainda mais atraente)
  • na comunicação da oferta (comunicar o mesmo produto de forma não apenas diferente, mas distinta)
  • na oferta de informação/produtos/serviços acessórios ou complementares
  • na conjugação de vários factores acima referidos

A capacidade de criar o seu USP, dar-lhe-á uma vantagem competitiva considerável, o que, por sua vez, lhe dará a distinção que é necessária para não ser visto como apenas “mais um”, e em complemento, uma imagem diferente perante os seus concorrentes aos olhos dos seus prospectos e clientes, ou até mesmo, dos visitantes do seu site.

Todos nós já vimos dezenas de sites que tratam o mesmo assunto da mesma forma, e por isso, são apenas “mais um”, e este é o motivo pelo qual não conseguem sobresair no seu nicho.
Também já vimos alguns, que, embora abordem os mesmos assuntos, ou assunto similares, distinguem-se dos restantes por fazerem algo diferente, e é este algo (o seu USP) que faz com que os seus visitantes subscrevam a sua newsletter ou RSS feed, o visitem regularmente, se lembrem dele com facilidade, o refiram a terceiros, e o distingam dos outros com facilidade, mesmo havendo outros pontos comuns.

Espero que tenha gostado deste conceito, pois na prática, ele é de facto muito útil, e FAZ realmente a diferença!

Já conhecia este conceito ou se já alguma vez o utilizou?
Gostava de ter o
seu comentário!

Como Analisar a Sua Concorrência – Plano de Marketing Digital

O próximo passo na elaboração do Plano de Marketing Digital, logo após definir os objectivos e analisar o nicho de mercado, é analisar a sua concorrência.

Porquê analisar a concorrência?

Pense nas vantagens que podem daí advir!

Todas estas vantagens entre outras, são notavelmente importantes, para lhe mostrar o caminho para o sucesso do seu projecto!

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Além disso, conhecer bem a sua concorrência, vai-lhe permitir realizar uma Análise SWOT melhor, mais eficaz e que se traduz em resultados mais concretos.

A análise SWOT é uma representação ilustrativa de vários aspectos relacionados com o seu negócio e com a concorrência, e que lhe permite de forma visual ter uma melhor percepção de onde estão os seus pontos fracos e pontos fortes face aos seus concorrentes, assim como pontos importantes que representem ameaças ao sucesso de seu projecto, e também oportunidades que poderão mostrar-lhe onde poderá fazer a diferença em termos de evolução e crescimento.

A realização desta análise vai-lhe permitir ficar com uma ideia mais real e concreta do caminho certo a seguir, bem como, na atribuição de prioridades às medidas que são importantes implementar, para melhor conduzir o seu negócio ao sucesso.

Em qualquer negócio online, de qualquer natureza, seja venda de produtos próprios, revenda de produtos ou serviços, promoção de programas de afiliados, é, na minha opinião, muito importante saber quais são os seus pontos fracos e pontos fortes, bem como o que poderá ameaçar o seu sucesso, e as oportunidades que poderá identificar para tornar mais fácil o seu caminho para aumentar as vendas e/ou ganhar mais dinheiro.

Já conhece este método de análise? E já o utiliza?

Como Analisar um Nicho de Mercado – Plano de Marketing Digital

Após definir os seus objectivos para o seu Plano de Marketing Digital, é altura de analisar o do nicho/mercado online.

Este é um passo extremamente importante para lhe dar uma ideia concreta, por um lado, da viabilidade do seu projecto, e por outro, da dificuldade de penetrar no mercado já existente e conseguir fazer negócio e ganhar dinheiro.

Tentar ver onde voce está/deseja estar posicionado face a vários aspectos, nomeadamente, a procura e oferta existentes, vai detemrinar as medidas a implementar para conseguir vingar no seu nicho.

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1 – Analisar a Procura

Por mais inovadora que seja a sua ideia ou o seu projecto, é absolutamente crucial que haja procura para as suas ofertas. De nada lhe serve, querer vender headphones para peixes, porque simplesmente ninguém os iria comprar. Quem diz isso, diz, criar um blog sobre o mesmo tema, pois seriam muito poucas as pessoas (se é que algumas) a procurar informaçao sobre este assunto. (deixo aqui a possibilidade de haverem algumas, porque há malucos para tudo :))

Além disso, havendo procura, tem de analisar não só a quantidade, mas também a qualidade dessa procura.

Para efeitos deste tutorial, eu vou utilizar apenas ferramentas gratuitas que estão ao alcance de todos, muito embora hajam algumas ferramentas pagas, que facilitam a análise de nichos online e que tornam esta tarefa mais fácil e rápida.

A título de exemplo prático, vou escolher um nicho para analisar. Como estamos em crise, vamos então considerar que eu tenho uma empresa ou um negócio ou até um blog na área do emprego/recrutamento.

Uma das ferramentas gratuitas mais utilizadas para este tipo de análises é a Google Adwords Keyword Tool. No entanto não é a única, nem tão pouco a única que eu pessoalmente recomendo. No entanto, vamos começar por aí.

Através do Google Adwords Keyword Tool, vamos então analisar a procura existente para este nicho, recorrendo à utilização de várias keywords relacionadas. Se pesquisarmos por emprego, vemos que os resultados são muito concludentes, o que não é surpresa dada a condição actual do país e não só, e que existe uma procura muito grande para termos relacionados com emprego. Por exemplo, só o termo “ofertas de emprego” tem cerca de 90.500 pesquisas por mês, provenientes apenas de Portugal. 90.500 pesquisas!!!

Vejamos os resultados para 3 keywords (emprego, ofertas de emprego e recrutamento)

– emprego – 40.500 pesquisas/mês

– ofertas de emprego – 90.500 pesquisas/mês

– recrutamento – 2.900 pesquisas/mês

Dada a natureza deste nicho, é mais fácil concluir, sem grandes análises, que as pessoas procuram emprego mesmo, e não apenas informação sobre emprego. No entanto, é importante analisar este aspecto em qualquer nicho que se analise.

2 – Analisar a Oferta

Tradicionalmente, onde existe muita oferta, será mais difícil penetrar nesse mercado. No entanto, é possível ultrapassar essa dificuldade facilmente, recorrendo à utilização keywords alternativas ou de sub-nichos.

Vejamos o exemplo: continuando com o exemplo do emprego e recrutamento, se formos ao Google e procurarmos por várias keywords relacionadas, (emprego, ofertas de emprego e recrutamento), recebemos os seguintes resultados:

– emprego – 22.500.000 resultados – 8 anunciantes

– ofertas de emprego – 798.000 resultados – 7 anunciantes

– recrutamento – 2.130.000 resultados – 5 anunciantes

De referir que, numa situação real, a pesquisa e análise deve ser muito mais intensiva e rigorosa do que esta, mas estou a tentar dar um exemplo simplificado, para facilitar o compreensão do conceito pelos menos entendidos nestas matérias.

3 – Combinar a Procura e a Oferta

Se por um lado, seria de esperar que o termo mais generalista como emprego, tivesse mais pesquisas, a realidade é que, não só é o termo que tem maior concorrência, como tem menos procura que o termo “ofertas de emprego”.

Se analisarmos então estes 3 termos em termos de procura vs oferta, apenas com base nestas ferramentas, podemos então concluir que um dos termos mais interessantes seria “ofertas de emprego”, pois tem muitas pesquisas, quando comparado com os resultados de outros termos e a concorrência é menor. Também devemos ter em consideração que esta poderá ser considerada uma keyword longtail (keyword composta por 2 ou mais termos), e isso teoricamente, também aponta para menos concorrência, mas longtail ou não, é a minha eleita para este exercício.

Isto significaria que, eu tenho agora na minha posse, uma keyword com grande potencial de retorno, e que seria certamente uma das minhas apostas mais fortes, caso fosse delinear uma estratégia para penetrar neste mercado e rapidamente ultrapassar muitos concorrentes.

Este tipo de análises, serve tanto para as empresas melhor perceberem como entrar ou como se posicionarem melhor no seu nicho, ou para quem está interessado em lançar sites ou blogues com a intenção de ganhar dinheiro com eles, uma vez que também podemos ver que a keyword escolhida é das que tem mais anunciantes entre as analisadas. E, havendo anunciantes, há a possibilidade de ganhar dinheiro com o Google Adsense.

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