Consultor, Formador, Speaker e Fundador de vários projetos nacionais e internacionais. Google Certified Professional, com diversas certificações internacionais de SEO, Web Development e Marketing Digital, áreas em que é Consultor.

Como Criar Engagement no Facebook (1 de 3)

Criar Engagement no Facebook, é absolutamente fundamental para conseguir tirar o máximo partido da sua presença nesta rede social, assim como do poder viral do Facebook, como já tive oportunidade de dizer, quando falei sobre o que é engagement.

A verdade é que é este tipo de abordagem que lhe permite criar uma presença que, por sua vez, lhe dá a possibilidade de criar  relações mais próximas com os seus fãs, através da criação de real valor, e em simultâneo, conseguir um maior retorno.

Desta forma, e porque é importante que haja mais sensibilidade e algum know-how na forma como se conduz uma presença no Facebook, deixo aqui algumas dicas práticas para que possa, desde já, criar (mais) engagement, e, com isso, melhorar o relacionamento com os seus fãs e aumentar a visibilidade da sua página no Facebook.

De forma a não tornar o artigo maçador, resolvi separar o artigo em 3 partes, e de mais fácil digestão, sendo os restantes publicados nos próximos dias, caso contrário ficaria um texto muito longo.

A informação que aqui publico, tem como base a minha experiência pessoal, assim como alguns estudos que foram efectuados no e sobre o Facebook.

Sem mais demora, aqui vai:

Tipo de Posts

O tipo de publicação, só por si, poderá ser algo que condicione a leitura e partilha do seu post.
Quando falo em tipo de publicação, refiro-me ao conteúdo dos seus posts.

Vários estudos apontam no sentido de posts com pouco texto terem mais impacto que posts muito longos (com várias linhas de texto, pelo menos mais de 4).

Faz algum sentido, já que, as publicações no Facebook são tantas, que quando mais sucinta e direta ao ponto for um post, maior será a probabilidade dele ser realmente lido por mais pessoas, e consequentemente, partilhado mais vezes também.

Outro aspeto fundamental a considerar é a imagem dos seus posts, pois um post com imagem tem tendência a aumentar consideravelmente as, leituras, partilhas, comentários e “gostos”.

Tente variar no tipo de conteúdo que partilha. Por exemplo; não se limite a partilhar artigos. Partilhe também outros tipos de conteúdos, como imagens/fotos, vídeos, apresentações, pdf’s, etc.

No entanto, nunca se esqueça que o mais importante de tudo é que o conteúdo seja relevante para os seus fãs.

Publicar por publicar, é pior que não o fazer, por isso invista na relevância dos temas que publica na sua página. Os seus fãs irão agradecer-lhe!

Forma dos Posts

A forma dos seus posts também poderá ser muito importante, e em alguns aspectos decisivo para conseguir ter mais leitura.

Ainda hoje, é comum ver páginas onde a conversa é unilateral, e sem qualquer subtileza é muito fácil concluir para que é que aquelas pessoas,/empresas usam o Facebook.

Isto porque, pela análise do mural, facilmente se percebe que a única coisa que tem sido feita naquela página, é o despejar de conteúdos, de forma contínua e repetida.

Uma página destas, dificilmente consegue ter mais leituras, partilhas e gostos, já que não tem qualquer atractivo que possa fazer com que as pessoas sintam que têm algo a ganhar em fazer “Gosto”.

Pelas notícias não será certamente, pois hoje em dia, uma notícia nunca é publicada apenas num site, mas em dezenas ou centenas de sites, dependendo do nicho.
Portanto se pensa que as suas notícias (só por si) são um atractivo, pense melhor.

Dia e Hora da Publicação

Existem vários estudos sobre este tema, e que analisam qual será o melhor dia e hora para a publicação dos seus posts no Facebook, de forma a conseguir mais visibilidade e maior aproveitamento do poder viral do Facebook, a fim de chegar a uma maior audiência.

Não vou abordar todos os estudos e seus aspetos, senão não faria outra coisa. Vou sim, passar algumas das conclusões que eu considero mais importantes, juntamente com a minha opinião.

Um dos aspectos em que os estudos são mais ou menos consentâneos e que está relacionado com a hora da publicação, é que, em quase todos os que tive acesso, concluem que as melhores horas de publicação são a meio do dia e fora da hora de expediente.
É óbvio que, se todos publicassem por volta da mesma hora, então muito possivelmente, esta deixaria de ser a melhor altura do dia para publicação.

No entanto, parece-me mais ou menos seguro concluir que, junto à hora de almoço, é certamente uma das horas de eleição de forma a conseguir dar mais visibilidade ao seu post. Outra altura do dia que tem sido apontada como sendo muito boa, é fora da hora do expediente (normal).

Tenha sempre em mente que, diferentes nichos podem ter diferentes momentos mais propícios para potenciar o engagement. Um exemplo, é o nicho do entretenimento (cinema, música, etc), em que os dias apontados como tendo mais retorno em termos de engagement, são de 5ª feira até sábado, o que faz algum sentido, já que se aproxima o fim-de-semana, e muitas pessoas procuram opções para gozar no seu fim-de-semana.

De referir que, é sempre importante testar, mas seja que testes fizer, é sempre importante que faça vários e que analise os respectivos resultados, pois o que funciona comigo ou com outro, poderá não resultar tão bem com outra pessoa, página ou nicho.

Como disse no início, irei publicar mais dicas sobre como criar engagement no Facebook muito brevemente.

Sobre estes tópicos, já fez alguns testes que possa partilhar os resultados?

4 Aplicações Úteis Para Gerir As Suas Contas Nas Redes Sociais

Há algum tempo publiquei um artigo onde falei de uma ferramenta que pode usar para gerir todas as suas redes sociais.

Como a gestão das redes sociais é um aspeto cada vez mais importante, resolvi publicar uma lista de ferramentas de gestão de redes sociais, de forma a que, quem ainda não utiliza nenhuma, ou a ferramenta que utiliza não o deixa absolutamente satisfeito, possa conhecer outras e adotar a que melhor se aplica ao seu caso.

Entre muitas outras, uma das grandes vantagens de usar estas aplicações, é que com um clique, você consegue publicar a sua mensagem em várias redes sociais.

Se pensarmos que, normalmente, para o fazer, é necessário aceder a cada uma delas, fazer o login, ir ao menu correto, etc, com este tipo de aplicações, consegue-se poupar imenso tempo.

Sem mais, aqui fica uma lista de ferramentas que pode usar para gerir as suas contas nas redes sociais:

1. HootSuite

Nome: HootSuite

Tipo: Local e Web Based

Site: http://hootsuite.com/

Quando escrevi sobre o HootSuite, este ainda não disponibilizava uma versão de instalação local, o que acontece agora. Desde há algum tempo, que tenho vindo a usar o HootSuite e estou satisfeito.

Muito fácil de usar, com um dashboard muito intuitivo. O HootSuite é semelhante ao TweetDeck e ao Seesmic em muitos aspetos relacionados com a usabilidade da aplicação, o que me parece ser algo mais ou menos concensual que terão chegado a um layout que satisfaz muita gente.

Um ponto a favor do Hootsuite, é que foi uma das plataformas escolhidas pelo Google para gerir páginas do Google+, o que, a ser implementado, que espero ser para breve, irá facilitar muito a vida de quem quer manter também uma página no Google+.

E, já agora, espero que esta opção esteja disponível no plano gratuito 🙂

Outra vantagem do HootSuite é que permite a gestão, não apenas de páginas de perfis do Facebook (páginas individuais), mas também de Páginas de Facebook, o que é excelente!

2. TweetDeck

Nome: TweetDeck

Tipo: Local (Web Based em versão beta)

Site: http://www.tweetdeck.com/

O TweetDeck é uma aplicação em Adobe Air de instalação local (instala-se no seu PC ou MAC) e corre a partir do seu computador.

Caso ainda não tenha, tem de instalar o Adobe Air no seu computador para poder correr esta aplicação.

Há quem prefira software de instalação local a aplicações web based. Pessoalmente, acho que pode ser um ponto que interfira na decisão, mas não deverá ser decisivo, já que há outras funcionalidades mais importantes.

O TweetDeck foi comprado pelo próprio Twitter, o que poderá ser interessante em termos de desenvolvimentos futuros.

O seu dashboard em tons escuros, é, na minha opinião, muito agradável, e terá feito algum sucesso, pois algumas das outras ferramentas adotaram pelo menos a opção de usar um dashboard nestes tons.

À semelhança do HootSuite, disponibiliza aplicações para as mais populares plataformas móveis iPhone e Android, o que é sempre muito útil.

Seesmic

Nome: Seesmic

Tipo: Local e Web Based

Site: https://seesmic.com/

A versão de instalação local do Seesmic requer que instale o Miscrosoft Silverlight para que possa executar a aplicação.

Disponibiliza vários plugins, incluindo um encurtador de urls para facilitar a publicação de conteúdos que tenham links longos, o que, por motivos óbvios, é especialmente útil para o Twitter.

O Seesmic permite a utilização de contas do Facebook, Google Buzz, LinkedIn, Twitter, Ping.fm e Salesforce Chatter.

O seu dashboard é muito intuitivo e permite uma fácil navegação entre as várias tabs. Esta é, a meu ver, uma ferramenta muito interessante que vale a pena testar!

Cotweet

Nome: Cotweet

Tipo: Web Based

Site: http://cotweet.com

Esta foi a única aplicação da lista aqui publicada que eu nunca usei.

Tem uma versão gratuita, em que permite apenas a gestão de contas do Twitter, mas pelo que me parece, está mais virada para o mercado empresarial, fornecendo mais funcionalidades viradas para a gestão de tarefas, gestão de vários utilizadores, emissão de relatórios, etc.

Certamente algo a considerar para empresas que tenham várias pessoas a gerir a sua conta do Twitter e do Facebook (versão Enterprise).

Qual é a aplicação que você usa para gerir as redes sociais?

Atualização: Google Panda, Conteúdo Duplicado e Plágio

Neste momento, você já tem uma ideia clara sobre o que é Google Panda e o que ele representa ou pode representar para os seus rankings.

Também já tem algumas dicas importantes sobre como sobreviver ao Google Panda e o que tem de fazer para combater o plágio, que gera a duplicação de conteúdo, o que, por sua vez, é um dos vários focos do Google Panda, mas neste vídeo são dadas indicações claras de quais devem ser as prioridades e o caminho a seguir.

Ao ter conhecimento de uma explicação dada em vídeo por Matt Cutts do Google a este respeito, não quis deixar de o partilhar com os leitores do Web Marketing, pois, no seguimento das dicas que já transmiti aqui no blog, penso que é uma complemento valioso, e altamente aconselhável para melhor perceber como ultrapassar estes problemas, ou até para evitá-los.

É um fato inegável que, embora hajam algumas medidas que possamos tomar para desincentivar o plágio dos nossos conteúdos, não é possível impedi-lo de forma absoluta, logo, torna-se necessário, estarmos atentos às atualizações que são feitas ao algoritmo do Google, e como é que estas nos podem beneficiar.

Pessoalmente, fiquei satisfeito de saber que o Google tem uma equipa de engenheiros a trabalhar continuamente no tema, de forma a minimizar o impacto que a duplicação de conteúdos poderá ter nos ranings dos criadores originais de conteúdo, e em simultâneo, a eliminar os “rapinadores” de conteúdos dos resultados das pesquisas.

Engagement: Um Conceito Obrigatório Para Ter Sucesso No Facebook!

Criar engagement ou aumentar o engagement de uma página no Facebook é, a meu ver, algo absolutamente prioritário depois de apostar na sua criação.

O tom um pouco mais agressivo deste artigo, destina-se, não a ofender ninguém, mas sim a despertar consciências.

Ao contrário do que muitas pessoas ainda pensam, criar uma página no Facebook não é um objetivo, mas sim o início da implementação de uma estratégia de marketing digital para promover um site, marca, empresa ou serviço.

[sws_green_box box_size="580"] Entenda-se por engagement, algo como a capacidade de estabelecer conversas bilaterais com os seus prospetos, afim de aumentar o grau de ligação a si e estabelecer relações mais próximas entre eles (os seus prospetos) e a sua marca, empresa ou o seu site. [/sws_green_box]

Não basta estar presente no Facebook, só por estar, ou só porque “está na moda” estar no Facebook. É preciso saber o que fazer para estabelecer relações com os seus prospetos, clientes ou apenas interessados no que você tem para partilhar.

Ainda hoje, por incrível que possa parecer, ainda é comum vermos páginas de Facebook “geridas” por pessoas que acham que é suficiente despejar os seus conteúdos de forma repetida e desligada e “empurrá-los” para a frente do máximo de pessoas possível, sem mostrar qualquer vontade ou disponibilidade para estabelecer um diálogo.

Será ignorância ou desleixo?

A ignorância é uma justificação razoável, já que ninguém nasceu ensinado, e o processo de aprendizagem é, como sabemos, um processo contínuo.

Mas até a própria ignorância deixa de ser desculpa, quando as oportunidades para melhorar (ou aprender a melhorar) existem com fartura, e simplesmente não existe vontade de o fazer.

Aí, passamos a uma situação de puro desleixo.

O “eu sei publicar conteúdos no Facebook” passa a ser suficiente para estas pessoas, sem fazerem o mínimo de ideia do que isso significa, ou do que estão a abdicar ao adotarem uma abordagem tão reduzida e exageradamente simplista.

Seria um passo gigante para estas pessoas entenderem que os fãs são pessoas e não robots, e tal como pessoas que são, têm interesses, vontades, opiniões e pontos de vista que também gostam de partilhar.

Claro que, se a abordagem destas pessoas for numa perspetiva reduzida de, “quero utilizar o Facebook apenas para despejar as minhas notícias e promoções”, nesse caso, estão no bom caminho, sem dúvida.

No bom caminho para amanhã estarem a falar sozinhos ou para meia dúzia de (des)interessados.

Se não têm vontade de fazer mais e melhor, então façam um favor a todos nós e PAREM. Por favor parem de fazer SPAM nas Redes Sociais!

Neste momento, não há desculpas para não fazer melhor. A Internet está cheia de bons artigos, recursos, estratégias que qualquer pessoa pode implementar para gerir uma página de Facebook com sucesso.

Não é necessário ter um curso superior ou uma formação especialmente técnica para o fazer. Basta vontade de aprender e algum empenho.

Só isso, será meio caminho para ter uma página de sucesso no Facebook.

Para contribuir para eliminar as (falsas) desculpas do desconhecimento, também eu me proponho a criar alguns artigos com dicas sobre como o fazer, e nessa altura, tenho a certeza que se essas pessoas, se se derem ao trabalho de os ler, dirão (espantadas ou não): “Afinal até uma criança faz isto!”

Tem ideia de algum tópico em particular para eu abordar num próximo artigo?

Talvez algo onde tenha conhecimento de haver alguma dificuldade generalizado ou algo parecido?

Combater o Plágio Com Fat Pings

Há pouco tempo falei sobre como podemos proteger o conteúdo contra o plágio, que diga-se, é uma praga cada vez mais presente na web.

Para nós, criadores de conteúdos, temos de proteger o nosso conteúdo de alguma forma, para evitar, por um lado que este seja “roubado”, e por outro, que nós próprios sejamos prejudicados nos rankings do Google, por conteúdo duplicado ou qualquer outra situação parecida.

 

Por incrível que possa parecer já tive conhecimento de uma situação em que foi a criadora do conteúdo a ver o seu blog desaparecer dos rankings, devido a uma situação destas, o que é sempre complicado, ainda mais porque a culpa não era dela.

Nessa altura e durante algum tempo, o seu blog praticamente desapareceu dos rankings, fazendo com que o tráfego tenha reduzido imenso, assim como as receitas do blog.

Só dei este exemplo, que é um caso real, para ilustrar a importância de se tomarem algumas medidas para se proteger deste problema, pois pode acontecer a qualquer um.

Além das soluções que já falei anteriormente no artigo que referi atrás, deparei-me com outra solução interessante no Labnol, que foi incialmente apresentada por Matt Cutts (Engenheiro da Google) no evento PubCon 2011, e que consiste na utilização de Fat Pings. (não, não é Fat Pigs 🙂 )

O que são Fat Pings?

O método de Fat pings, assenta fundamentalmente no envio de informação para o Google, cada vez que você publica um conteúdo no seu site ou blog.

Mas para isso já existem os pings “normais”! – Verdade.

A diferença dos pings comuns para os Fat Pings, é que estes últimos não enviam apenas a informação da publicação do conteúdo, mas sim todo o conteúdo para o Google.

Como Configurar os Fat Pings

Se o seu site ou blog assenta na plataforma Blogger ou Wordpress.com, então não precisa de fazer nada, pois esta opção já está implementada por default.

No caso do seu site ou blog assentar na plataforma Wordpress, então pode sempre utilizar um plugin que foi criado para o efeito.

O plugin é muito fácil de usar, pois basta instalar como qualquer outro e depois é só ativar, não sendo necessário mais qualquer passo.

Também poderá usar os Fat Pings para outras plataformas, desde que usem RSS Feeds através do FeedBurner.

Para tal, basta entrar na sua conta do FeedBurner e na Tab Publicize, ativar a opção PingShot Service.

Conclusão

A verdade é que esta, à semelhança de outras situações parecidas, é uma guerra constante, mas, a meu ver, devemos sempre fazer o que está ao nosso alcance para nos proteger-mos, bem como os nossos conteúdos.

Ainda esta semana, tive de contatar um blog que tinha copiado, na íntegra, um artigo aqui do Web Marketing, sem se dignar a colocar qualquer link como forma de reconhecimento para o artigo original.

Pelo menos tiveram a decência de retirar o artigo depois de eu os contatar, mas nem todos são assim.

Já experimentou ver se estão a roubar os seus conteúdos?

Cuidado, pode ter alguma surpresa menos boa!

5 Dicas Para Melhorar os Resultados de Campanhas de Adwords

Embora eu prefira chegar ao primeiro lugar no Google através de SEO, isso não implica que muitas outras pessoas não possam preferir pagar para lá estar. E quem sou eu para os julgar?

Até porque existem muitas situações em que o Adwords complementa o SEO, e vice-versa. Não são atividades que impeçam a outra de existir, até pelo contrário.

Principalmente e casos onde apenas uma não consegue um volume suficiente de visitas e/ou conversões, justifica-se perfeitamente utilizar as duas opções em conjunto.

Uma vez que é importante, ter pelo menos umas noções base que lhe permitam ambicionar bons resultados na sua campanha de Adwords, decidi publicar algumas dicas importantes que o podem ajudar nesse sentido.

1. Aposte em Palavras-Chave Long Tail

O termo long tail keywords, significa, (na falta de melhor tradução) palavras-chave longas, isto é, conjuntos de palavras que compõem uma expressão mais longa que 1 ou 2 palavras.

Exemplo de palavra-chave curta: pastilhas

Exemplo de palavra chave longa: pastilhas sem açucar

Repare que no caso de palavras chave curtas, e porque estas são mais genéricas, aumenta a probabilidade de estar a exibir o seu anúncio a pessoas que procuram outras coisas que não o sue produto ou serviço.

Neste exemplo, poderia muito bem haver quem estive à procura de pastilhas de travões para o seu carro, por exemplo.

2. Alargue a Escolha de Palavras-Chave

Um erro muito comum, é criar campanhas de Adwords apenas com as palavras-chave mais óbvias.

Isso é um erro que o pode prejudicar muito, pois, por um lado estas palavras-chave, por serem as mais óbvias para si, também o são para outros, logo são as mais licitadas, o que resulta num CPC (Custo Por Clique) mais alto.

Não quero dizer que não se deve apostar nessas palavras-chave, mas se alagar o seu leque de opções, sairá a ganhar por 2 motivos:

  1. não fica tão dependente apenas das palavras-chave com o preço mais alto
  2. consegue mais conversões provenientes de outras palavras-chave mais “baratas”

3. Agrupe as Palavras-Chave Correctamente

Normalmente, a tendência é criar grupos grandes de palavras-chave com vários sub-grupos todos juntos. Isto também é um grande erro!

Porquê? Porque não permite criar anúncios mais direcionados para as palavras-chave em questão.

Deve sempre agrupar as palavras chave em pequenos grupos mais restritos de forma a que os respetivos anúncios sejam mais direcionados à palavra-chave usada pelo utilizador na sua pesquisa.

Este aumentar de correlação entre ambos os elementos (palavra-chave e anúncio) aumenta a conversão, pois a comunicação é menos genérica e mais direcionada.

4. Aposte na Rede de Conteúdos

Não limite a sua campanha às pesquisas, pois poderá estar a desperdiçar a possibilidade de ter muitas conversões provenientes da rede de conteúdos.

A rede de conteúdos do Google, ao contrário do que é comum ouvir-se dizer, funciona bem. Particularmente bem se estiver a lidar com compras por impulso, onde tem um desempenho muito bom.

Em qualquer dos casos, tenha sempre o cuidade de separar os anúncios e grupos de palavras-chave de forma correta para potenciar um melhor desempenho também na rede de conteúdos.

5. Teste Várias Landing Pages

Deve sempre criar e testar várias landing pages para cada grupo de keywords, por vários motivos.

Primeiro, deve ter sempre em consideração que quanto maior for o Quality Score que o Google atribui à sua palavra chave, melhor para si.

Sobre o Quality Score falarei mais noutro artigo, mas tenha sempre em atenção que, quanto maior for o Quality Score, melhor será o potencial da sua campanha, bem como menores serão os seus custos.

Além da questão do Quality Score, deve sempre testar várias landing pages, pelo simples facto que, só desse forma conseguirá saber qual lhe proporciona mais conversões.

Mesmo que já tenha bons resultados, nada o impede de testar várias landing pages, pois poderá sempre melhorá-los.

Nota Final

Não esqueça que no Adwords, o mais difícil é o início, pois não existe histórico da campanha, logo será mais difícil para si gerir as keywords, grupos, landing pages, etc na fase inicial, e porque, por outro lado, o histórico é algo que também interfere no Quality Score. E não havendo histórico, o seu contributo para o Quality Score é também inexistente.

Uma vez que existem muitas dicas sobre este tema, se quiser partilhar comigo e com os outros leitores do blog, outras dicas práticas, deixe o seu comentário!

Como Criar Uma Página no Google+ > Passo a Passo

Há pouco tempo falei aqui no Web Marketing sobre o Google+ ter finalmente liberado as páginas para empresas, marcas ou sites, à semelhança das páginas que já existem no Facebook, e que já todos conhecemos melhor.

Por isso, resolvi agora publicar um guia prático para criação de páginas no Google+, com instruções passo a passo.

Para quem ainda não percebeu o potencial do Google+, é bom que perceba rapidamente, pois é um canal de comunicação e de divulgação que simplesmente não deve ser ignorado.

Posto isto, vamos então começar o guia.

1. URL de Criação de Páginas no Google+

À semelhança do que acontece no Facebook, o Google+ também tem um endereço específico para que se possa proceder à criação de páginas.

O primeiro passo, portanto, é fazer o login na sua conta do Google/Google+.

Depois basta ir a: http://plus.google.com/pages/create para iniciar o processo de criação da sua página no Google+.

[sws_green_box box_size="600"]Dica

Também pode encontrar este endereço no rodapé da página do Google+.[/sws_green_box]

2. Categoria da Página

Nesta página, deve escolher a categoria em que melhor se enquadra a sua empresa, marca ou site, consoante o caso.

  • Empresa ou Local Próximo – indicado para hotéis, restaurantes, empresas e serviços locais.
  • Produto ou Marca – é para isso mesmo, um produto ou uma marca.
  • Empresa, Instituição ou Entidade – Também bastante óbvio.
  • Artes, Entretenimento ou Desporto – Para filmes, TV, livros, desportos, programas, etc.
  • Outro – Basicamente esta destina-se a tudo o resto que não se enquadra nas outras categorias.

3. Nome e Atividade da Página

Após escolher a categoria a que corresponde o seu projeto, deverá escolher o nome para a sua página e indicar o endereço do site, caso tenha.

Se optar por negócio local, deve indicar o nº de telefone.

Qualquer outra categoria, excepto Outros, requer ainda que escolha uma categoria dentro da principal, que servirá para qualificar o ramo de atividade a que diz respeito.

Na opção de visibilidade da sua página, deixe ficar “Qualquer utilizador do Google+”.

Tem de aceitar os termos (naturalmente) e clicar em “Criar”.

4. Descrição e Imagem da Página

Está na altura de inserir uma breve descrição da sua página, bem como uma imagem de perfil.

[sws_green_box box_size="600"]Dica

Para que a imagem fique com bom aspeto na sua página, crie uma imagem com as seguintes dimensões: 202 pixeis de largura, por 192 pixeis de altura.[/sws_green_box]

De seguida, clique em “Terminar” para concluir a criação da sua página.

5. Ajustes Adicionais

A partir daqui a página já está criada, mas ainda pode dar mais uns retoques para que fique mais completa, o que desde logo, eu aconselho vivamente, por vários motivos que falarei noutro artigo, e por outro lado, também para ficar com melhor aspeto.

De qualquer forma, é aconselhável enriquecer a sua nova página no Google+ com alguma informação importante (mais ou menos, consoante o caso), como é a secção Sobre, Informação de Contato e o site.

6. Imagens de Topo

Pode ainda adicionar 5 imagens ao topo da sua página do Google+, dando-lhe assim um visual mais enriquecido e atraente.

Pode utilizar este espaço para colocar fotos ilustrativas do produto ou serviço, ou para passar uma ou mais mensagens, como é o caso da recém criada página do Web Marketing PT no Google+.

[sws_green_box box_size="600"]Dica

Para que as imagens fiquem com bom aspeto na página, deverá criar imagens em forma de quadrado, com as seguinte dimensões: 126px x 126px.[/sws_green_box]

7. Editor de Imagens

De referir ainda, que o Google+ dispões de um editor de imagens que lhe dá a possibilidade de manipular a qualidade e apresentação da sua imagem, controlando a luminosidade, cores, contraste, dimensões, entre outros.

É sem dúvida muito útil para dar aquele toque final às imagens, especialmente se for colocar fotografias.

Eu próprio testei e usei o editor de imagens do Google+ para dar uns toques finais, não às imagens da página do Web Marketing, pois nessas usei imagens criadas no Photoshop, mas à foto da minha página de perfil, e devo dizer que fique surpreendido pela qualidade e utilidade desta ferramenta.

Chegámos assim ao fim do guia prático para Criação de Páginas no Google+!

Espero que tenha gostado e que este guia o ajude a criar a sua página, pois como já disse, não se deve menosprezar o Google+, só porque hoje é o Facebook que reina. A verdade é que, a volatilidade da internet é de tal forma, que “amanhã” pode mudar tudo, e quem já lá estiver terá certamente uma vantagem sobre os restantes.

Aproveito para deixar o convite para seguir a (recém criada) página do Web Marketing PT no Google+.

E você, já criou a sua página no Google+?

Deixe o seu comentário sobre o que achou deste guia!

Rescaldo do Workshop no Creative Learning Lisboa 2011 + Fotos

Como sabem, fui um dos speakers de um workshop do Creative Learning Lisboa 2011, e uma vez que, muitos leitores tiveram a consideração de me mandar um email a agradecer o convite para estarem presentes no workshop e a desejarem boa sorte – a quem eu agradeço – faz todo o sentido fazer um breve pequeno resumo do evento.

Inicialmente, e para que quem não foi tenha uma ideia de como decorreu o evento, o dia comecou com seminários na sala principal, que eram as salas que suportavam maior audiência, e seguidamente, tanto de manhã como à tarde, decorriam vários workshops em simultâneo sobre os mais diversos temas.

Estes workshops tinham cerca de 1:30h de duração, e foi um destes workshop que eu participei a convite do E-Goi, a quem também endereço o obrigado pelo convite.

O Workshop que eu fiz chamou-se “A 3ª Visão” e o seu programa (eu já o tinha divulgado aos assinantes do blog) foi o seguinte:

A 3ª Visão – Abordagem Alternativa ao Sucesso Online

  • Um Case-Study de Crescimento Sustentado
  • Fundamentos Vs Objetos Brilhantes
  • O Que as Pessoas Querem
  • Eliminar Objeções à Compra
  • Uma Estratégia de Sucesso (Results In Advance)
  • O Outro Lado do Email Marketing
  • O Tamanho Importa?
  • Test & Learn – The Butterfly Effect

Além dos conteúdos que tinha para apresentar, tentei puxar a participação das pessoas presentes, que a meu ver, responderam muito bem, e penso que desta forma, consegui fazer com que fosse mais interativo e interessante.

Aqui ficam algumas fotos, sem grande qualidade, já que foram retiradas das filmagens que eu consegui que fossem feitas, extra-evento, e por isso não têm grande qualidade.

Curiosamente, nos vídeos do evento parece que a sala tem menos luz do que na realidade tinha, mas creio que isso é normal quando se filma com uma câmara de filmar “de mão”.

O mesmo acontece com o som já que eu não tinha microfone.

[gallery link="file" columns="2"]

Entretanto, algumas ideias que eu já tinha no papel, estão a começar a ganhar forma, e muito possivelmente, haverá novidades brevemente.

Seja como for, eu filmei o workshop praticamente todo, e se vocês quiserem, eu posso disponibilizar os vídeos para que possam ver.

Digam-me se têm interesse nisso aqui nos comentários, já que isso representa algum trabalho de edição e hosting específico para os vídeos.

Google+ Permite Agora Criar Páginas Para Sites, Marcas ou Empresas

O Google+ lançou finalmente a criação de páginas para empresas (e não só), permitindo assim que os sites, marcas e empresas se possam lançar nesta rede social, no formato correto e com a imagem em evidência, o que é sempre importante em termos de branding, e mais algumas novidades.

paginas google+

Esta é sem dúvida uma boa notícia para todos aqueles que queriam colocar os seu negócios no G+, e até agora, ou ainda não o tinham feito por falta de enquadramento, ou estavam a utilizar perfis individuais para o fazer, o que não é muito aconselhável.

De qualquer forma, essa lacuna está ultrapassada, e agora poderá colocar o seu negócio ou marco no G+, criando a sua própria página, à semelhança do que acontece no Facebook.

Não querendo ir pelo caminho do Google vs. Facebook, porque, ao contrário de alguns “Profs. Caramba” que se vêem por aí, eu não me dedico à futurologia, não deixa de ser mais um canal de comunicação que se abre para os sites, marcas e empresas.

Além de que, pela sua natureza e alcance, não é um canal “qualquer”, motivo pelo qual, merece a sua atenção.

Dependendo dos seus objetivos, poderá fazer mais sentido utilizar as redes sociais num ou noutr sentido, mas uma coisa que é comum a todas as utilizações, é o aumento do alcance da sua mensagem, da visibilidade do seu site ou marca e o do número de pessoas com as quais consegue estabelecer relações e fidelizar.

Uma funcionalidade interessante a considerar como uma grande vantagem que a Google implementou no seu motor de busca uma nova, é o Direct Connect.

Isto é uma pequena opção que permite a qualquer utilizador aceder de forma fácil e direta, à pagina de uma empresa ou marca no G+, bastando para isso escrever “+Nome da empresa”. Por exemplo, escrevendo no Google “+Toyota”, é-nos automaticamente apresentado a página da Toyota no G+.

pesquisa paginas google+

Não sendo nada “do outro mundo”, não deixa de ser relevante e (mais) uma pequena coisa na balança a favor do G+ na sua tentativa de diferenciação do Facebook.

Concluindo, à semelhança do que acontece no Facebook, penso que é fundamental os negócios estarem presentes onde as pessoas estão – já disse isto inúmeras vezes – e o G+ é sem dúvida um veículo de comunicação a considerar adicionar ao seu arsenal.

Já tem o seu site ou empresa no Google+?

Info-gráfico: Factos e Estatísticas do Facebook em 2011

Seja pelo desejo de integração, travar novos conhecimentos, recuperar conhecimentos antigos, ou qualquer outro motivo, o que é um facto é que o Facebook é, ainda hoje, o líder das redes sociais, com cerca de 700 milhões de utilizadores.

Com toda essa massa crítica ligada ao Facebook, é impossível ignorá-la e  continuar como se ela não existisse, e por isso, na minha opinião, é obrigatório qualquer site ou blog ter uma página no Facebook.

Por isso vale a pena ver este inforgráfico, que nos mostra dados muito interessantes.

A autoria deste inforgráfico é da Online Schools.

infografico-facebook

Mesmo considerando que alguns dados não refletem a realidade de Portugal ou Brasil, não deixam de ser indicadores muito importantes a ter em conta, já que a tendência é de um crescimento claro em ambos os países.

O que acha destes dados?

Entrevista com Ana Martelo do Portal Freelancer

O que é ser Freelancer? Como ser Freelancer? Como ganhar dinheiro como Freelancer? são algumas das questões – entre outras – que se levantam quando pensamos como funciona o mundo do freelancing, e como é que esta poderá ser uma solução para escolher como aposta no futuro.

No contexto económico atual, creio que se abre uma porta para ultrapassar os obstáculos que se colocam à frente de muitos, através da aposta numa carreira como freelancer, seja num contexto temporário, ou numa perspectiva mais definitiva.

Por este motivo, e porque creio que o conteúdo pode ser útil a muitas pessoas, propus à Ana Martelo do Portal Freelancer, uma freelancer com alguns anos de experiência e conhecimento sobre o tema, que respondesse a algumas questões, sobre o mundo do freelancing.

Ana Martelo - Portal Freelancer

JR – Como começaste a trabalhar como Freelancer?

AM – Bem, ao contrário do que acontece com a maioria dos Freelancers, eu comecei a trabalhar a tempo inteiro por uma questão de necessidade. Estive empregada num jornal regional durante alguns meses que acabou por me deixar fisicamente muito abalada (até pela carga horária a que estava sujeita diariamente), por isso por questões médicas vi-me obrigada a permanecer em casa durante pelo menos 2 meses.

Como as contas não se pagam sozinhas, comecei a tentar encontrar alguns trabalhos através de colegas que tinha online, assim fui começando a ganhar portfólio, a ganhar alguns clientes e acabei mesmo por experimentar ficar a trabalhar assim durante alguns meses até estar completamente recuperada.

A verdade é que depois comecei a ganhar bastantes clientes e a optar por trabalhar exclusivamente assim, pelo menos enquanto conseguir!

JR – Achas que Freelancer pode ser uma forma de superar problemas financeiros?

AM – O Freelancer é uma excelente forma de superar a crise, tal como estamos nela neste momento, porém é importante referir que não é benéfico para ninguém interiorizar que é através do Freelancer que vai enriquecer.

Se vai optar pelo Freelancer apenas como part-time, então o melhor mesmo é nem sequer pensar muito na questão financeira, fazendo uso dela apenas como um bónus ao final do mês, ideal para aquelas compras extra que surgem sempre ou simplesmente para iniciar um bom pé-de-meia.

Agora, se o seu desejo é ajustar o Freelancer como a sua tábua de salvação da crise, o melhor mesmo é retirar essa ideia. Não que seja impossível ganhar bom dinheiro a trabalhar de forma independente, apenas é extremamente complicado de o fazer inicialmente, onde não existe uma carteira de clientes, não há conhecimento do seu serviço ou simplesmente não tem um portfólio para mostrar aos interessados.

JR – É possível ganhar um bom ordenado como Freelancer?

AM – Se é um excelente profissional na área, se sabe vender o seu produto e a sua imagem aos possíveis clientes e se sabe lidar muito bem com os clientes que lhe vão surgindo ao longo da carreira, então é extremamente possível ganhar um bom ordenado como Freelancer.

Porém, é importante lembrar a máxima “Se não se mostrar, ninguém sabe de si”, isto é, se os clientes não souberem da sua existência, nunca poderão optar pelos seus serviços para satisfazer as suas necessidades, por isso seja um óptimo vendedor e faça chegar até ao máximo de público possível a sua lista de serviços, o seu portfólio e até os antigos clientes.

JR – Como coordenar uma atividade Freelancer com um emprego a full-time?

AM – Esta é uma situação bastante complicada, até porque como já referi anteriormente, o Freelancing implica alguma dedicação intensa, para dar a conhecer o seu trabalho e chegar aos clientes. No entanto não é impossível, desde que saiba gerir muito bem o seu tempo, delinear muito bem quais são e quantas são as horas que vai dedicar ao Freelancer, consegue perfeitamente conciliar as suas atividades e ainda ter tempo para os tempos livres e para conviver com a sua família.

O mais provável é que nos primeiros meses vai perder completamente a noção do tempo, chegando a casa e terminando trabalhos que ficaram do dia anterior para concluir, esquecendo-se assim da família, dos amigos e até dos seus afazeres domésticos. No entanto, com o passar do tempo e com o factor chave do Freelancer – a organização – vai conseguir restringir muito bem o seu tempo para o Freelancer.

JR – Qualquer pessoa pode trabalhar como Freelancer? O que é preciso?

AM – Nos dias que correm sim, pelo menos na minha opinião. Dependendo da área de actuação, vai necessitar de diversas ferramentas.

No que diz respeito às áreas ligadas às Tecnologias de Informação, o mais provável é que necessite apenas de um computador pessoal com ligação à Internet e o software necessário para o seu trabalho. Porém, existem algumas áreas de atuação que são necessárias outras ferramentas, como é o caso da Fotografia ou mesmo o Design.

Nestes casos, qualquer pessoa, desde que tenha o material necessário, pode trabalhar como Freelancer. Agora falando em termos legais, para trabalhar como Freelancer em Portugal é necessário passar um recibo pelo serviço prestado e para isso é necessário estar colectado nas Finanças como Trabalhador Independente.

JR – A Internet veio mudar para melhor ou pior o Freelancing?

AM – Os dois. A Internet veio ajudar e estragar muitas áreas de emprego, não só na questão Freelancer como em todas as outras, se não vejamos: com a facilidade de acesso à Internet hoje em dia é possível fazer praticamente tudo através da mesma, desde compras a pagamentos, a requisição de serviços e até prestação de serviços, vindo assim a facilitar muito a vida de todos, mas dificultando algumas áreas de trabalho que deixaram de necessitar de tantos profissionais.

Nomeadamente na área do Freelancer, veio facilitar a forma como o cliente contacta o profissional, ajudando na escolha através do portfólio online ou simplesmente no contacto do mesmo por e-mail. A entrega dos trabalhos e até a rapidez com que esta é feita veio igualmente facilidade o Freelancer, já que agora não é necessário perder imensos dias num mês para mostrar provas a clientes. Porém, com a massificação da Internet e com a necessidade das pessoas gerarem mais dinheiro, surgem muitos “freelancers” que não trabalham de forma legal, praticando preços completamente ridículos e que acabam por estragar o mundo comercial, não que os seus serviços sejam maus, mas dada a situação económica que se vive, os clientes vêm-se obrigados a escolher conforme o orçamento e não o objectivo final.

JR – O que é bom e mau em trabalhar como Freelancer?

AM – O Freelancer tem inúmeras vantagens e desvantagens. As vantagens, são lógicas, até porque apenas o facto de trabalhar na sua própria casa é uma excelente vantagem, podendo ter tudo o que necessita ao seu lado. O facto de trabalhar na sua área de eleição é também uma excelente vantagem, pois ninguém inicia um processo de Freelancer numa área em que não se sinta à vontade e com conhecimento de causa, se não o sucesso é algo que nunca vai conseguir alcançar.

Porém, como é natural, existem algumas desvantagens que tornam o Freelancer inacessível para algumas pessoas. Nomeadamente a questão horária, ou melhor, a falta dela, é algo que pode vir a afectar fisicamente e até profissionalmente qualquer Freelancer. A não obrigação de manter um horário fixo, podendo até levar a optar por horários diferentes do normal, pode vir a desgastar a sua saúde e sem saúde ninguém consegue trabalhar.

Outra das situações menos boas do Freelancer é a insegurança financeira que vive. Dado que o Freelancer depende exclusivamente dos clientes que lhe pedem algum tipo de serviço, o mais natural de ocorrer são meses completamente distintos, uns cheios de trabalho e que chegam mesmo a ser insuportáveis, e outros sem qualquer tipo de projeto, levando a uma situação instável financeiramente.

Agora falando na questão legal, financeira e até de pagamentos, temos a grande desvantagem do pagamento das taxas aos serviços nacionais, como é o caso da Segurança Social. Qualquer Freelancer que trabalhe exclusivamente como independente tem que fazer os seus descontos para a Segurança Social, o que em termos legais em nada é incorreto, no entanto pensando na questão Freelancer (lembrando a situação financeira instável), logo se percebe que este pagamento pode vir mesmo a traduzir-se num problema mensal que muitos Freelancers não conseguem ultrapassar. Em termos práticos, depois do primeiro ano com recibos verdes em que o Freelancer está isento, as taxas aplicadas têm que ser pagas, independentemente se o Freelancer consegue ou não trabalho nesse mês.

JR – Se tivesses de começar do zero, o que farias e como?

AM – Infelizmente um dos meus grandes defeitos é não pensar muito no futuro, isto é, não planear as coisas com uma grande distância temporal. Por isso, se tivesse que começar tudo do zero, o mais provável é fazer tudo como fiz, com bastante calma, alguma segurança e tentar ao máximo aumentar a minha carteira de clientes, já que são estes que me colocam o comer na mesa para eu comer.

JR – Dicas essenciais para ser bem sucedido como Freelancer?

AM – Podia estar aqui o resto do dia a deixar algumas dicas para trabalhar como Freelancer, mas nenhuma delas ia ser suficiente para quem está a começar conseguir alcançar o sucesso sem esforços.

Qualquer Freelancer bem sucedido tem um enorme esforço por trás, através da construção da própria carreira e do sucesso deste junto dos clientes. Um bom Freelancer tem que saber vender “o seu peixe”, isto é, saber vender o seu conhecimento, o seu produto final e até o seu preço. Falar com vários tipos de pessoas é algo que vai estar habituado a fazer, porém há sempre clientes menos bons e mais complicados, que devem ser tratados de igual forma como os outros, por isso esta é outra das áreas em que o Freelancer tem que saber lidar muito bem.

Não encarar o sucesso como um dado adquirido é extremamente importante para conseguir alcançar os seus objectivos, já que a vida de Freelancer é algo inconstante, o mais provável é que hoje tenha imenso sucesso e amanha, por algum motivo, perca todo esse sucesso e tenha que recomeçar do novo. Assim, encare cada dia como um apenas, tentando ultrapassar os seus objectivos e a forma como trabalhou no dia anterior.

O conhecimento constante e a aprendizagem contínua é igualmente essencial para conseguir ser bem sucedido no Freelancer, já que há sempre algo a aprender, é importante que o Freelancer se distinga de todos os outros, não só pela técnica, pela sabedoria e também pelo conhecimento intrínseco que possui.

Agradecimento e Questões

Naturalmente, quero agradecer à Ana a sua disponibilidade e empenho que mostrou a responder às questões que lhe coloquei, e deixo aqui o convite a todos os leitores e assinatantes, que tenham curiosidade em saber algo sobre freelancing, a deixarem a sua questão nos comentários, que a Ana se disponibiliza a responder.

Os interessados não deixem também de visitar o Portal Freelancer!

Como Sobreviver ao Google Panda

Há tempos expliquei o que é o Google Panda, bem como os seus impactos na vida de um site. Agora, e porque um cliente viu o seu site banido das SERP’s do Google, pensei que seria útil partilhar com todos os leitores, o que deverá fazer para ultrapassar este problema e voltar progressivamente a recuperar os seus rankings.

Antes de mais, se procura uma solução milagrosa que resolva o problema em 5 minutos ou em apenas 3 cliques, esqueça porque não existe!

Google Panda

Sobre as alterações do algoritmo que estão na base do Google Panda, o Google publicou um artigo no seu blog, em que coloca uma série de questões que permitem aos webmasters e bloggers, verificarem se o seu site ou blog está imune ao Panda.

Este é um excerto desse artigo, onde constam as perguntas que podem ser verificadas para tentar entender o que poderá ter causado (ou vir a causar) o problema de ser banido dos resultados do Google.

Of course, we aren’t disclosing the actual ranking signals used in our algorithms because we don’t want folks to game our search results; but if you want to step into Google’s mindset, the questions below provide some guidance on how we’ve been looking at the issue:

  • Would you trust the information presented in this article?
  • Is this article written by an expert or enthusiast who knows the topic well, or is it more shallow in nature?
  • Does the site have duplicate, overlapping, or redundant articles on the same or similar topics with slightly different keyword variations?
  • Would you be comfortable giving your credit card information to this site?
  • Does this article have spelling, stylistic, or factual errors?
  • Are the topics driven by genuine interests of readers of the site, or does the site generate content by attempting to guess what might rank well in search engines?
  • Does the article provide original content or information, original reporting, original research, or original analysis?
  • Does the page provide substantial value when compared to other pages in search results?
  • How much quality control is done on content?
  • Does the article describe both sides of a story?
  • Is the site a recognized authority on its topic?
  • Is the content mass-produced by or outsourced to a large number of creators, or spread across a large network of sites, so that individual pages or sites don’t get as much attention or care?
  • Was the article edited well, or does it appear sloppy or hastily produced?
  • For a health related query, would you trust information from this site?
  • Would you recognize this site as an authoritative source when mentioned by name?
  • Does this article provide a complete or comprehensive description of the topic?
  • Does this article contain insightful analysis or interesting information that is beyond obvious?
  • Is this the sort of page you’d want to bookmark, share with a friend, or recommend?
  • Does this article have an excessive amount of ads that distract from or interfere with the main content?
  • Would you expect to see this article in a printed magazine, encyclopedia or book?
  • Are the articles short, unsubstantial, or otherwise lacking in helpful specifics?
  • Are the pages produced with great care and attention to detail vs. less attention to detail?
  • Would users complain when they see pages from this site?

Essencialmente, o Google Panda assume-se como uma alteração que permite ao Google separar “o trigo do joio”, ou seja, os sites (que o Google considera) com qualidade, dos restantes.

Embora seja discutível, se os critérios utilizados são os corretos ou não, não existe nem margem de manobra, nem capacidade de negociação, pois o Panda veio para ficar.

Se tem seguido sempre as Guidelines do Google, então, à partida, não terá nada para se preocupar. Digo à partida, porque não é uma ciência exata.

Seja como for, se o seu site for apanhado nas malhas do Panda, aqui ficam algumas dicas para ultrapassar o problema e retornar o seu site à sua vida “normal”.

1. Publicidade

O Panda penaliza os sites com excesso de publicidade, pelo que é conveniente rever este aspeto no seu site.

Se utiliza o Adsense, tenha atenção que o número máximo de blocos de Adsense por página são 3.

Nos comentários recentes noutro artigo, um deles era de um leitor que foi “caçado” pelo panda. Quando verifiquei o seu site, vi que haviam páginas que tinham 4 e até 5 blocos de Adsense.

Escusado será dizer, que isso é MUITO prejudicial.

2. Conteúdo

Não sendo novidade o que eu defendo, pois já o disse milhões de vezes, mas, criar conteúdo original e de qualidade, deve ser a sua prioridade nº1, ou pelo menos algures no topo das prioridades.

Não só é benéfico em muitas outras vertentes, mas também aqui, ajuda bastante a que o seu site seja visto pelo Google, com bons olhos.

3. Usabilidade

A usabilidade é algo que também já falei aqui imensas vezes. Veja os artigos: Como Aumentar a Taxa de Conversão Dos Seus Visitantes, Design e Usabilidade, como chegar ao primeiro lugar no Google e De 5.000 a 20.000 Visitas/Mês Em Menos de 2 Meses.

Neles, o que digo repetidamente, é que a usabilidade é algo muito importante, não só em termos da forma como o seu site é utilizado pelos seus visitantes, mas também como aspeto importante para melhorar os seus rankings e captar mais tráfego.

4. Rapidez do Site

Outro aspeto que já falei aqui várias vezes, é a importância da rapidez do seu site.

Não fosse este aspeto importante já por si, mas além disso tornou-se num dos muitos analisados pelo Google, na classificação qualitativa dos sites para efeitos de rankings e não só.

Eu próprio tenho andado a fazer testes aqui no Web Marketing, há mais de 2 meses, mas ainda não publiquei os resultados porque não foram conclusivos. De qualquer forma, é muito possível, que não sendo conclusivos, os partilhe com os leitores para estes verem o que eu fiz e poderem replicar nos seus sites.

Entretanto, veja aqui algumas ferramentas para medir a velocidade do site.

Conclusão

Embora possam haver muitos aspetos em análise, como se pode ver pelas perguntas enunciadas pelo Google, parece-me mais ou menos linear, que se seguir as guidelines do Google no que respeita à criação de sites de qualidade, isso não será um problema.

Se o seu site for “caçado” por algum motivo, reveja todos estes aspetos com atenção. Existem muitas dicas e informação útil e prática aqui no Web Marketing, que pode utilizar desde logo para melhorar o seu site.

Quanto à recuperação, seja paciente!

Ela não acontecerá no espaço de dias depois de alterar o seu site, mas acontecerá concerteza. Seja paciente e empenhado em cumprir todas as regras, que de forma natural, recuperará os rankings nas SERP’s do Google, mesmo que isso represente algum trabalho adicional, verá que será compensado mais tarde.

O que tenho notado, é que algumas pessoas, ou por desleixo, ou por desconhecimento, não têm vindo a cumprir as regras estabelecidas pelo Google.

Normalmente não é daquelas coisas que as pessoas se preocupem quando estão a criar ou manter um site, no entanto, e uma vez que o Google é (neste momento e até ver) o rei dos motores de busca, é de todo conveniente, que este tipo de verificação passe a constar da sua checklist quando estiver a verificar, criar ou manter o seu site.

Workshop Gratuito no Creative Learning Lisboa 2011

A convite do E-Goi vou estar presente na realização de um Workshop no Creative Learning Lisboa 2011, um evento “cheio de eventos” que irá decorrer no dia 26 de Outubro no Centro de Congressos de Lisboa e VOCÊ está convidado (entrada gratuita).

A minha presença estará focada no workshop que irei realizar às 11:30h com o título “A Terceira Visão – Abordagem alternativa ao sucesso online” e que irá incidir numa apresentação inédita e recheada de conteúdo muito útil.

Não apenas irei expor um case study de sucesso, mas também vou explicar como se chegou lá, e exatamente como funciona esta abordagem noutro mercado com um exemplo prático.

Para que fique por dentro do que poderá esperar, aqui fica o programa do workshop:

  • Um Case-Study de Crescimento Sustentado
  • Fundamentos Vs Objetos Brilhantes
  • O Que as Pessoas Querem
  • Eliminar Objeções à Compra
  • Uma Estratégia de Sucesso (Results In Advance)
  • O Outro Lado do Email Marketing
  • O Tamanho Importa?
  • Test & Learn – The Butterfly Effect

Como disse anteriormente, a entrada é gratuita e existem muitos eventos durante o dia que poderá aproveitar para recolher conhecimento (que nunca é demais), pelo que é uma oportunidade interessante para poder assitir a várias palestras e workshops.

Aqui pode obter mais informação sobre a localização do eventos e respetivos contatos.

Vemo-nos por lá?

Site do evento: Creative Learning Lisboa 2011

Email Marketing: 10 Dicas Para Melhorar a Sua Taxa de Entrega

O email marketing assenta o seu sucesso em algumas boas práticas, entre elas a Taxa de Entrega (Deliverability) , que não é mais que o número de emails recebidos, face ao número total de envios.

Para que possa aumentar a sua Taxa de Entrega, ou pelo menos garantir que está a fazer tudo o que pode para evitar que os seus emails vão para à pasta de spam, de forma a garantir que não levanta obstáculos à entrega de emails com sucesso, existem algumas dicas úteis que pode implementar já hoje.

email marketing - taxa entrega

Sem mais, deixo aqui 10 dicas úteis para aumentar a Taxa de Entrega dos emails das suas acções/campanhas de Email Marketing:

1. Evite o uso de certas palavras

Certo tipo de palavras, podem fazer com que o seu email fique bloqueado nos filtros de spam.

Palavras como sexo, viagra, dieta, etc, podem aumentar consideravelmente o risco do seu email ser considerado spam.

Felizmente, a maior parte dos fornecedores de serviços de email marketing, como é o caso do E-goi, disponibilizam ferramentas que nos permitem fazer um diagnóstico prévio ao envio, o que é excelente para evitar correr riscos e cometer erros que podem mais tarde sair caro.

Já o mesmo não acontece para quem utiliza software local de email marketing.

2. Uso de IP’s nos url’s

Não é que seja comum fazê-lo, mas algo que é comum de se encontrar no comportamentos dos spammers é o uso de endereços de IP em url’s no corpo do email.

Links como http://102.304.56.78/pagina.html não devem ser utilizados. O Outlook, tal como outras ferramentas tendem a considerar estes emails como sendo spam.

3. Optimize As Imagens

A optimização de imagens para a web é um ponto muito importante também no envio de emails.

Em paralelo, também é bastante importante que faça uso do tributo “Alt” das imagens, pois caso a imagem não carregue corretamente, sempre será possível para o destinatário ter uma ideia do que a imagem trata.

4. Identificação Clara do Remetente

Este é talvez um dos mais óbvios e fáceis de resolver, mas ainda hoje é comum ver emails serem enviados a partir de remetentes com nomes que não estão relacionados em nada com o site ou o assunto que serviu de base à subscrição. Não cometa este erro.

5. Reputação do Servidor

Não que seja um ponto onde, de alguma forma, possa fazer algo de forma ativa para alterar, mas pode sempre, à partida tentar fazer uma análise prévia para tentar aferir da reputação dos servidores do serviço que pensa utilizar ou que já utiliza.

6. Formatação Incorreta

Existem vários fatores relacionados com a formatação do email que podem muito bem comprometer.

Alguns desses fatores que convém ter algum cuidado, são o uso excessivo de pontos de exclamação, de maiúsculas, de código html desnecessário.

Outros aspetos a evitar é a criação de emails que tenham apenas uma imagem. Este poderá só por si ser um motivo muito forte para que o email fique bloqueado e não chegue ao destinatário.

7. Utilizar Double Opt-in

O double opt-in, é a dupla verificação do email e da intenção do assinante em subscrever uma newsletter.

Enquanto que no processo single opt-in, o assinante insere o seu email e automaticamente fica subscrito à newsletter, no processo double opt-in, o assinante, depois de inserir o seu email, ainda tem de verificar o seu endereço de email e a sua intenção de subscrever a newsletter através de um email que lhe é enviado, só após este passo, fica concluído o processo de subscrição.

Ao utilizar o processo de double opt-in, aumenta consideravelmente a possibilidade de não haver queixas de spam, já que muitas vezes o que acontece é que – por incrível que pareça – as pessoas subscrevem newsletters e depois não se lembram de o ter feito.

8. Frequência de Envio

Ninguém gosta de ser massacrado com emails a toda a hora, nem você nem os seus assinantes, portante estipule uma frequência que seja razoável, considerando o tema e o contexto, de forma a evitar receber queixas de spam.

Se por acaso a sua newsletter é muito frequente, diária ou outra, é aconselhável que disponibilize outra frequência de envio da newsletter como opção da subscrição, como semanal, por exemplo.

9. Formas de Cancelamento

Disponibilizar de forma clara, sem que seja escondido no fim do email em letras muito pequenas, um link para a pessoa poder cancelar o envio da newsletter, e se possível outro para poder editar/alterar a sua informação ou email, é uma excelente forma de, por um lado, separar o trigo do joio, e por outro, contribui para evitar que surjam queixas de spam.

Aqui no Web Marketing, por exemplo, eu prefiro ter menos assinantes, mas assinantes mais fieis e realmente interessados em aprender e evoluir. Não apenas por este motivo, mas também, a newsletter do blog sempre teve o link para a pessoa poder abandonar a newsletter no início e no fim da newsletter.

10. Test & Learn

Uma última dica importante, é: nunca deixar de testar várias formas de envio, remetente, assunto, etc, pois só assim conseguirá saber o que realmente resulta no seu caso em particular.

A Taxa de Entrega, é sem dúvida um ponto de partida importante para conseguir fazer chegar a sua mensagem ao destino com sucesso.

Se procura um serviço de email marketing com qualidade, eu recomendo o mesmo que uso atualmente, o E-goi. Tem sempre a vantagem de poder criar uma conta grátis, testar o serviço, e utilizá-lo gratuitamente até aos 500 subscritores. Conheça-o aqui.

Como Chegar ao Primeiro Lugar no Google

Chegar ao primeiro lugar no Google, é uma prioridade de todos aqueles que têm um site ou blog, pois a quantidade de visitas que se consegue captar de forma gratuita, é bastante superior a qualquer outra posição (em média mais 20%-30% que o 2º lugar).

Desde que se cumpram determinados requisitos, é possível chegar ao primeiro lugar do Google, com maior ou menor dificuldade dependendo do nicho e das keywords escolhidas. No entanto, é importante que invista a sua energia no que é realmente importante.

Um aspeto que deve ter sempre em consideração, é que a internet não é estática, logo, investir tempo e dedicação em SEO para chegar ao primeiro lugar, é um processo contínuo e que deve ser “alimentado com o tempo”, de forma a dar frutos durante mais tempo também.

Como Chegar ao Primeiro Lugar no Google

 

primeiro lugar no google

Não existe uma receita mágica, mas as dicas que publico neste artigo/guia, são as que eu próprio utilizo com muito sucesso. Então, aqui vamos:

1. Saber Escolher as Melhores Keywords ou Palavras-Chave

Saber escolher as melhores keywords, é algo que já falei aqui no Web Marketing, e é um fator sobre o qual reverte grande parte da importância do processo de SEO.

Se investir muito tempo e dedicação com as keywords erradas, mesmo que faça tudo o resto, dificilmente conseguirá chegar aos primeiro lugar no Google para uma pesquisa que seja relevante. Por isso, é absolutamente fundamental, saber escolher as melhores keywords.

Embora existam vários métodos de o fazer, eu já demonstrei aqui, uma forma fácil e ao alcance de qualquer pessoa, mesmo com poucos ou nenhuns conhecimentos de SEO.

2. Utilizar Correctamente as Keywords ou Palavras-Chave no seu Site

Saber escolher as keywords é muito importante, mas igualmente importante, é saber usá-las no seu site com eficácia, de forma a maximizar o potencial de otimização, de forma a conseguir bons rankings.

Já falei aqui sobre como utilizar corretamente as keywords no seu site, e a verdade é que, ainda hoje, veja muita asneira em muitos sites.

Não vou entrar na “discussão” do “Back-Hat vs. White Hat”, porque me parece infrutífero e cada um sabe de si, mas eu recomendo práticas que sejam autorizadas pelo Google e não violem as suas regras. Se você não o fizer, o risco é seu.

Seja como for, faça uma utilização ponderada e inteligente das palavras-chave, de forma a retirar o maior benefício e a potenciar o site ou página para o melhor posicionamento possível. (recomento a leitura do artigo que referi no início deste ponto)

3. Legibilidade Usabilidade e Acessibilidade

Alguns aspetos que, ainda hoje, não recebem a devida atenção da parte de muitos webmasters e bloggers, são a legibilidade, usabilidade e acessibilidade do seu site.

É muito importante que um site disponibilize os seus conteúdos de forma e limpa (sem excessos de publicidade) e com uma navegação simples, que permita ao utilizador chegar onde quer com facilidade.

Embora este fator não seja uma causa direta para chegar ao primeiro lugar, contribuem de forma indireta para ter uma Bounce Rate (ou Taxa de Abandono) baixa. Ora, se a taxa de abandono for baixa, isso é um indicador para o Google, que o utilizador encontrou o que procurava, dando assim mais importância ao seu conteúdo para o termo utilizado na pesquisa.

Por todos estes motivos, é cada vez mais importante, saber cativar os visitantes no seu site.

4. Relevância

À semelhança do ponto anterior, e, tendo em conta que soube escolher as palavras-chave para o tema em questão, outro aspeto a considerar é a relevância desse conteúdo para a pesquisa efetuada.

Ou seja, se otimizar o seu conteúdo para a palavra-chave “ABC”, e depois o conteúdo da sua página incidir mais sobre a palavra-chave “DEF”, isso denotará uma menor relevância entre o termo utilizado na pesquisa e o conteúdo da página.

O mesmo acontecerá se se dedicar apenas a criar títulos de artigos ou páginas que incidam no “Fantástico” para captar a atenção das pessoas, não correspondendo, depois, com conteúdo à altura.

Qualquer um destes aspetos, terá influência no aumento da taxa de abandono, o que, a médio prazo, será prejudicial para si, já que a relevância e correlação entre a palavra-chave utilizada na pesquisa e o seu conteúdo será baixa.

5. Conteúdo de Qualidade É REI

Embora possa já ter lido isto aqui no blog no 3º artigo da série como aumentar as visitas ao seu site, ou em outro site qualquer, a verdade é mesmo esta: o Conteúdo de qualidade é REI!

Criar conteúdo de qualidade, que seja relevante para o tema em questão, é uma excelente forma de conseguir destacar-se dos demais e subir nos rankings, em busca do ambicionado primeiro lugar no Google.

Existem inúmeras vantagens em criar conteúdo de qualidade, das quais eu destaco, o fato de permitir fazer chegar informação relevante às pessoas que a procuram, e, criar uma imagem de autoridade no seu nicho que ganhe o reconhecimento das outras pessoas.

Estes fatores, vão-se refletir no aumento da notoriedade e reconhecimento do seu conteúdo como tendo qualidade, e por isso, irão atribuir-lhe maior valor e relevância para as pesquisas relacionadas.

7. Link Building

Um dos aspetos mais importantes do processo de SEO, é, sem dúvida, o Link Building, ou criação de links que apontem para o sei site ou página.

O link building assenta em 2 vertentes muito importantes:

  • Internal link building (links que apontam para uma certa página dentro do próprio site)
  • External link building (links que apontam para uma certa página a partir de outros sites)

Embora haja um peso maior no segundo fator, o que é natural, o primeiro também é importante, pois se queremos que uma determinada página seja reconhecida como um recurso relavante para um certo tema, também é importante que isso se reflita no nosso próprio site, havendo links relavantes para essa página

No link building, existem muitas formas de conseguir links para o seu site (também chamados de backlinks), e na maior parte dos casos, eles complementam-se, não havendo apenas um que seja decisivo, embora possam ter importâncias e impactos diferentes.

No entanto, o que aconselho é a utilização de vários métodos em conjunto de forma a conseguir implementar uma estratégia de link buiilding de sucesso.

Outro aspeto importante a considerar que já falei aqui no blog é: o que são links follow e links no-follow, e como é que isso poderá interferir no seu processo de otimização.

Por último, mas não menos importante, é que tenha a noção que quanto melhor forem os conteúdos que você criar (veja o ponto anterior), maior será a probabilidade de que sejam outros bloggers e webmasters a criarem links para o seu conteúdo como forma de reconhecimento da sua qualidade e até como forma de recomendação aos seus leitores.

Não se esqueça, que muitos links não é sinónimo de bons links. Para saber mais sobre este tema, leia os artigos que falo neste ponto.

8. Social Media

Não se pode desligar por completo das redes sociais, pois elas são hoje, um aspeto fundamental para divulgar conteúdos, aumentar o alcance da sua comunicação, estabelecer relações com os seus fãs e leitores e aumentar as exposição e visibilidade de um site

Não havendo uma relação direta entre a utilização das redes sociais e a obtenção de bons rankings, a verdade é que à data de hoje, já existem páginas das redes sociais que estão incluídas nos resultados de pesquisas que são efetuados no Google.

Não sendo sinónimo que isso afetará diretamente os rankings, não me parece que seja uma atitude inteligente, desperdiçar todo o potencial das redes sociais no processo de divulgação e otimização de um site.

As redes sociais, não só lhe permitem aumentar o alcance e visibilidade da sua comunicação, mas consequentemente, ao chegar a mais pessoas, maior será também a probabilidade, de haver quem crie links para o seu site ou página, seja dentro ou fora da rede, o que irá contribuir para aumentar o número de links que apontam para esse site ou página.

9. Uptime e Velocidade do Site

Não sendo de espantar, muitas pessoas ainda optam pelo alojamento de sites barato indiscriminavelmente, sem terem o mínimo de cuidado em analisar outros aspetos muito importantes, como é o uptime (tempo em que o site está acessível).

Não é de admirar, de todo, que depois muitos se queixem, que o site está offline por longos períodos de tempo, e de forma recorrente.

Este fator, embora não esteja relacionado diretamente com a obtenção de um bom posicionamento nas pesquisas, poderá contribuir de forma negativa, se acontecer frequentemente, pois o Google ao apresentar um resultado que se encontra offline muitas vezes, não estará a prestar um bom serviço ao utilizador, logo será um aspeto que deverá considerar na escolha do alojamento do seu site, além do preço.

O mesmo acontece com a velocidade do seu site.

Utilizar sites com base em tecnologias como o Flash, é algo que o pode prejudicar bastante, tanto em termos de SEO, já que dificulta a leitura do site por parte dos motores de busca, como tende a criar um site que é lento no carregamento.

Não é apenas o Flash que pode causar lentidão no carregamento, existem muitos outros aspetos, como a não otimização das imagens utilizadas no site, utilização excessiva de publicidade, páginas com excesso de conteúdos, etc.

Recomendo a leitura do artigo que escrevi recentemente sobre como otimizar as imagens para a web.

10. Website Reach

O website reach ou alcance de um site, tal como outros aspetos que abordei, não é algo com influência direta nos rankings, mas em conjunto com outros aspetos, poderá ter influência e ajudá-lo a conseguir chegar ao primeiro lugar no Google, até porque está intimamente relacionado com outros aspetos que aqui falei.

O alcance de um site é medido pela cobertura que este consegue obter na web, isto é, com base num conjunto de indicadores, qual será a cobertura que o site consegue atingir em termos de audiência.

Neste fator, são conjugados aspetos como o número e qualidade de links que apontam para o site em questão, a sua presença e utilização das redes sociais, a utilização de outras plataformas para divulgação de conteúdos, como é o caso do YouTube para o vídeo e do SlideShare para apresentações de PowerPoint, entre outros.

Conclusão

Embora alguns dos aspetos que falo neste artigo não sejam sinónimo de contribuição direta para chegar ao primeiro lugar no Google, eles são, na minha opinião, um suporte muito importante para o conseguir e para o manter.

A relação que existem entre muitos deles, é de tal forma, próxima, que muitas vezes, torna-se difícil distinguir onde começa e acaba a contribuição de cada um deles para a obtenção de bons rankings.

Não se esqueça que a internet, como já disse atrás, é um meio volátil e está em constante mutação, pelo que o processo que chegar ao primeiro lugar no Google, é um processo contínuo, até porque, depois de lá chegar, o mais importante, será conseguir manter-se lá.